Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Próximo de uma ruptura institucional? (II)

Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Próximo de uma ruptura institucional? (II)

Sérgio Sebold

Por muito menos, em 1964 o valoroso Exército teve coragem e com apoio da sociedade civil (que ainda hoje tem), de peitar os canalhas que queriam introduzir o comunismo no Brasil, doutrinada através das universidades. Pois bem, esta mesma camarilha foi indultada pelos militares quando da entrega de seus mandatos, que lhes concedeu o perdão, permitindo assim que hoje alcançassem o poder. O tempo e os acontecimentos do fracasso de sua doutrina comunista não foram suficientes para aprenderem a lição da história.

Teimosamente, querem destruir a sociedade em busca de uma igualdade quimérica, falaciosamente atraente aos mais frágeis da sociedade. Para manterem-se no poder, buscam como “bode expiatório”, o capitalismo internacional, no mesmo chavão de Chaves e Castro, e agora em vida Maduro e outros ingênuos, como Morales, Lula, Dilma, Mujica, Rafael Correa, Ortega e mais alguns tiranetes pingados da África, todos catequizados pelo guru cubano recentemente falecido.

Infelizmente com todos os riscos e sofrimentos será necessário a desconstrução do Estado bandido e o desalojamento de todos os corruptos do Legislativo, Executivo e Judiciário; qualquer solução que não passe pelas forças armadas, última instância de confiança moral, nada mais se pode esperar.

Estamos vivendo uma verdadeira guerra civil pela violência urbana, patrocinada por entidades, que se escondem por trás de uma capa de legalidade; constituídas juridicamente para esta finalidade tais como CUT, MTST, MST, UNE, PSOL, PCdoB, LBGT e outros órgãos da linha “maoista/bolivariana/bolchevique”. Diante da degringolada moral, ética e política, o narcotráfico se aproveita para convulsionar, num autêntico poder paralelo dentro do estado.

O que se pode esperar quando o STF, que constitucionalmente é o órgão exclusivo para dirimir conflitos controversos ou interpretação de itens da Constituição, se imiscuindo em soltura de perigosos bandidos, que a juízo de outras esferas do judiciário estavam pagando suas penas. Por que será que estas questiúnculas foram parar lá?

Esclarece-se, foi criado um cipoal de legislações confusas, contraditórias e sofismáticas propositalmente para defesa dos interesses e proteção da bandidagem dos congressistas.

Pior, legislação de conteúdo ideológico ao sabor de intelectuais gramsciano, para destruir os valores da família e da pátria, deixando os magistrados perdidos e confusos para suas decisões.

Enquanto não se resolver este imbróglio político, quem vai arriscar investir num país sem a mínima segurança de seus cidadãos? Os inimigos ideológicos da pátria se alojaram nas esferas do poder que ficou difícil a tomada de qualquer posição das forças armadas, diante de uma guerra civil urbana, não declarada, se alastrando cada dia. Quem facilitou esta baderna toda? Deixamos ao julgamento de cada um.

Colabore com o município
Envie sua sugestão de pauta, informação ou denúncia para Redação colabore-municipio