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Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Resposta ao terrorismo ambiental

Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Resposta ao terrorismo ambiental

Sérgio Sebold

A cobiça internacional está começando chegar ao Brasil por palmos de terra (melhor hectares), dada à abundância territorial que dispomos. Nos meus tempos de universitário esta temática já era discutida, ou seja, que chegaria o dia que a pressão populacional mundial voltariam suas atenções para o Brasil. Não é de se estranhar agora, os sorrisos gentis de chineses para nossos ingênuos governantes; nada mais querem que buscar novos espaços para sua população gafanhotesca, onde a heresia do filho único não conseguiram resolver.

ONGs ambientalistas a serviço da esquerda mundial vêm agora dar pitaco sobre os cuidados que o Brasil deva ter com nosso território em termos de preservação. Tudo encenação. A intenção é tomar parte de nosso território, que ainda não está ocupado; mais da metade nacional, ainda é de terras devolutas; isto é, não têm dono, pertence a União. Se não ocuparmos pela colonização destas terras, a cobiça será cada vez mais feroz.

Em artigo no Estado de São Paulo, Dr. Evaristo de Miranda chefe geral da EMBRAPA deixa alguns números para se ter uma ideia da verdade rural do Brasil, fatos desconhecidos da esquerda marxista, que trabalha contra os interesses da sociedade brasileira.

Em números arredondados, 66% do nosso território é recoberto por vegetação nativa; ou seja, não foram ainda tocadas pelo ser humano. Se adicionarmos áreas de pastagens nativas do Pantanal, dos Pampas, da Caatinga e do Cerrado, pode se chegar a quase 75% do solo brasileiro. Por estes números, podemos intuir que a intervenção antropológica em nosso território, mal chega a 25% de áreas ocupadas com lavouras e urbanização, sem descontar os espaços dos rios, lagos, barragens, reservatórios de água etc.. Não é de se admirar que países com problemas de espaço da sua população, como a China, Japão, Coreia do Sul, índia…, estão tão interessados em fazer “acordos” e protocolos de intenção com o Brasil de “juras e amizades perpétuas”. Por que será?

Segundo o IBGE, a área efetivamente ocupada para produção de grãos (milho, arroz, soja, feijão e trigo), fibras (algodão, celulose) e agroenergia (cana de açúcar, florestas energéticas), ocupa apenas o espaço de 9% do território nacional. Se somarmos as micro plantações inferiores a um hectare e de fundo de quintal que fogem às estatísticas, é de se supor chegar até 12% do espaço. Neste espaço exíguo, alcançamos uma safra recorde de grãos no período agrícola de 2016/2017 de 230 milhões de toneladas, sem considerar as demais produções (frutas, hortigranjeiros, frangos, ovos, carne…), fato que salvou o Brasil.

Com estes números poderemos encher a barriga de todos os brasileiros e mais 20% da humanidade. Mas a esquerda bolchevique (MST) travestida de ficais do MA está levando o terror ao campo, destruindo e queimando lavouras, máquinas, galpões etc. Assim começaram todos os países que adotaram o regime comunista.

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