Retirada de tubulação atrasará liberação de tráfego na ponte Arthur Schlösser

No entanto, segundo a prefeitura, cronograma de entrega da obra está mantido

Retirada de tubulação atrasará liberação de tráfego na ponte Arthur Schlösser

No entanto, segundo a prefeitura, cronograma de entrega da obra está mantido

As obras de recuperação da ponte Arthur Schlösser, próxima ao terminal urbano, no Centro de Brusque, estão em andamento e, segundo a prefeitura, devem ser entregues dentro do prazo estipulado.

No entanto, a liberação do tráfego para veículos deve atrasar cerca de uma semana, segundo o engenheiro Renato de Borba, designado pelo Departamento Geral de Infraestrutura (DGI) para fiscalizar os trabalhos da Engedal Construtora – empresa escolhida para os trabalhos de recuperação da ponte, interditada desde junho, quando um de seus pilares se soltou, após a cheia do rio Itajaí-Mirim.

A liberação do tráfego para veículos leves, que era estimada em 45 dias – entre fim de agosto e metade de setembro – deverá levar pouco mais de 50 dias, devido ao atraso causado pela tubulação.

Esse pequeno atraso ocorrerá por causa de um problema que não tinha sido previsto: a existência, na ponte, de tubulação da empresa Rio Vivo. Essa tubulação precisa ser retirada para que a empreiteira possa executar os trabalhos com segurança.

A Rio Vivo começou ontem a retirada da tubulação. Houve também atraso no início deste trabalho porque a empresa não tinha as conexões dos tubos e precisou comprá-las em São Paulo. O material chegou na segunda-feira, 2, e ontem as obras começaram. À tarde, cinco funcionários trabalhavam no local.

Paralelamente à retirada da tubulação pela Rio Vivo, a Engedal está fazendo a preparação dos locais onde vão ser fixadas estruturas que irão ancorar a ponte, assim como está produzindo as peças que irão compor essas estruturas.

Segundo Borba, as sondagens iniciais, cujo objetivo era a verificação da profundidade das estacas que sustentam a ponte, já foram finalizadas.

O próximo passo, após a retirada da tubulação, é colocar as estruturas que irão ancorar a ponte, de forma que os funcionários possam a retirar a coluna que cedeu durante a cheia, que será recuperada.

Ele explica que a verificação da situação das demais colunas da ponte ainda não foi feita, “mas presume-se que vai ter que recuperar os dois conjuntos de pilares”.

“As obras estão em andamento e a gente pretende cumprir o cronograma”, afirma o engenheiro da prefeitura. O tempo estimado para entrega da recuperação da ponte, que iniciou em 18 de julho, é de 150 dias.

As obras foram viabilizadas após ter sido reconhecido pelo governo federal o decreto de situação de emergência, elaborado pelo prefeito Jonas Paegle.

Com isso, foram solicitados recursos à União, que destinou R$ 1,3 milhão para as obras, por meio de cartão da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, vinculada ao Ministério da Integração Nacional.

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