Conteúdo exclusivo para assinantes

Samae avalia cinco terrenos para construção da estação da Cristalina

Imobiliárias devem finalizar avaliações nesta semana; próximo passo é desapropriá-los

Samae avalia cinco terrenos para construção da estação da Cristalina

Imobiliárias devem finalizar avaliações nesta semana; próximo passo é desapropriá-los

O Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) de Brusque avalia cinco terrenos destinados à implantação da nova estação de tratamento de água na localidade de Cristalina, no Dom Joaquim.

Nesta semana, o prefeito Jonas Paegle publicou decreto no qual requisitou a ocupação temporária dos terrenos, pelo prazo de 120 dias, com objetivo de promover estudos sobre sua viabilidade para implantação do projeto.

Trata-se de uma grande área que fica, segundo o diretor-presidente do Samae, Roberto Bolognini, nas proximidades da empresa Benetex, na rodovia Pedro Merísio. Juntos, os cinco terrenos tem 238,7 mil metros quadrados.

De acordo com Bolognini, esta combinação de terrenos já é a quarta área avaliada pelo Samae para implantar a estação de tratamento. A mais recente, segundo análise da autarquia, não comportava receber o projeto, por isso novas áreas estão sendo avaliadas.

Na avaliação inicial do Samae, as áreas são boas para construção da estação, porque estão em área elevada, em local onde a demanda é maior e próximo do rio Itajaí-Mirim.

“Do ponto de vista técnico é adequado para implantar o sistema”, garante Bolognini.

Atualmente, três imobiliárias avaliam o valor do metro quadrado do terreno, e irão entregar os relatórios até o fim desta semana. Com esses dados em mãos, o Samae irá dimensionar quanto dos terrenos pretende ocupar.

“Pode ser maior ou menor, para se ajustar ao recurso que nós temos”, explica o diretor-presidente. “Se for um valor acessível o Samae dimensiona uma área um pouco mais ampla, mais confortável”.

Tendo em mãos os valores, o próximo passo é acertar as desapropriações. Bolognini afirma que já foram feitos contatos com os proprietários, e todos estão interessados em vender os imóveis. Portanto, na sua avaliação, o processo de desapropriação será rápido.

Os proprietários serão chamados por uma comissão de avaliação de imóveis da autarquia, a qual fará reunião com eles para definir os valores a serem pagos. Havendo concordância, é feita a compra e já pode ser lançado o edital do projeto executivo da estação de tratamento.

Somente após a conclusão do projeto executivo é que o Samae poderá lançar nova licitação, desta vez para execução de fato da obra.

Necessidade do projeto
Segundo Bolognini, a estação da Cristalina será a primeira nova fonte de produção de água do Samae em 16 anos. Ele explica que há uma demanda crescente que torna urgente a necessidade de uma nova estação de tratamento.

A expectativa é de que a estação inicialmente possa abastecer prioritariamente os bairros e localidades mais deficitários, que são Dom Joaquim, Thomaz Coelho, Ribeirão do Mafra, Souza Cruz, Ponta Russa e Santa Luzia.

“Trata-se de uma região que hoje não é abastecida adequadamente nos períodos mais quentes, de grande demanda”, diz Bolognini.

Áreas avaliadas para o projeto

– Imóvel com área de 4.635,55 m², de propriedade
de Pedro Hoffmann;

– Imóvel com área de 194.971,63 m², de propriedade de Roselis Maria Klabunde;

– Imóvel com área de 18.557,68 m², de propriedade de Nilton Hodecker;

-Imóvel com área de 4.642,00 m², de propriedade de Nilton Hodecker;

– Imóvel com área de 16.101,88 m², de propriedade
de Anésio Pering.

Conteúdo exclusivo para assinantes

Quero assinar com preço especial
[Acesse aqui]

Sou assinante

Sou assinante do impresso,
mas não tenho login
[Solicite sem custo adicional]

Tire suas dúvidas, em horário
comercial, pelo (47) 3351-1980

Colabore com o município
Envie sua sugestão de pauta, informação ou denúncia para Redação colabore-municipio