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Aumento de casos de influenza na Europa e leste asiático gera alerta do Governo de SC

Diretoria orienta formas de conter avanço do vírus em meio a potencial registro de casos

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina, do governo do estado, publicou uma nota de alerta com orientações para população e serviços de saúde diante do potencial aumento de casos de influenza no estado.

O documento segue diretrizes de organismos internacionais de saúde e tem por objetivo reforçar medidas de vigilância, prevenção e cuidado clínico.

A nota destaca que, em 4 de dezembro, a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiram alerta epidemiológico sobre o rápido aumento da circulação do vírus Influenza A (H3N2), subclado K, em várias regiões do mundo, especialmente na Europa e no leste asiático.

A recomendação inclui intensificação da vigilância epidemiológica nos serviços de saúde, identificação e notificação de casos suspeitos, orientações para triagem clínica e estratégias de prevenção, como a vacinação, medidas de higiene respiratória e cuidados com grupos de maior risco.

A doença não se limita a quadros leves e pode evoluir para complicações graves, como a síndrome respiratória aguda, internações e óbitos, especialmente entre idosos, gestantes, crianças pequenas e pessoas com doenças crônicas.

Os principais sintomas incluem febre alta de início súbito, dores intensas no corpo, tosse, dor de garganta, cansaço extremo e, em casos mais graves, falta de ar, situação que exige busca imediata por atendimento de saúde.

A principal forma de prevenção é a vacinação, aliada a medidas simples como higienizar frequentemente as mãos, cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar, evitar aglomerações quando estiver com sintomas respiratórios e utilizar máscara em caso de doença.

Não se deve continuar frequentando trabalho ou escola com sintomas, automedicar-se com antibióticos, que não têm efeito contra o vírus, ou minimizar sinais de agravamento, sobretudo em pessoas do grupo de risco.

Em caso de sintomas, a população deve procurar atendimento nas unidades de saúde do município, que estão preparados para identificar e manejar os casos, além de orientar sobre os sinais de alerta e as medidas recomendadas pelos sistemas de vigilância.


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