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Mais de 1,8 mil pacientes aguardam na fila de cirurgias eletivas em Brusque

Secretário de Saúde avalia que pandemia impactou no número de pessoas que aguardam a operação pelo SUS

Brusque tem mais de 1,8 mil pacientes na fila de espera para realizarem uma cirurgia eletiva de média complexidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A informação foi divulgada em formato de relatório pela Secretaria de Saúde do município. O número agravou durante a pandemia de Covid-19, conforme avalia o secretário da pasta, Osvaldo Quirino de Souza.



As cirurgias eletivas tiveram suspensões nos últimos meses após determinação do governo do estado. Na quinta-feira, 13, o governo de Santa Catarina divulgou uma portaria que libera o retorno das cirurgias eletivas, desde que sejam cumpridas as regras estabelecidas no documento.



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Destas pessoas que estão na fila, 690 pacientes têm previsão de realizarem a cirurgia nos próximos três meses. De acordo com o secretário, eles estão há mais tempo na fila e já possuem todos os exames pré-operatórios feitos. Enquanto isso, cerca de 1,2 mil pessoas não têm uma data determinada para a operação.



A pasta ressalta que esses números variam de constantemente, pois dependem das operações que são realizadas e dos novos pacientes que entram para fila.



Na lista das cirurgias eletivas estão operações de mastologia, ortopedia, ginecologia, urologia, oftalmologia, oncologia, cirurgia geral, vascular, bucomaxilofacial, otorrinolaringologia e proctologia.



Efeito das suspensões



O secretário afirma que as suspensões provocaram uma reação em cascata que afetou o país inteiro. Segundo ele, alguns pacientes são operados em cidades da região, como Blumenau, Itajaí, Joinville e Florianópolis, além de Brusque. “Teremos bastante dificuldade de manejar essa fila”.

O secretário afirma que as suspensões provocaram uma reação em cascata que afetou o país inteiro. Segundo ele, alguns pacientes são operados em cidades da região, como Blumenau, Itajaí, Joinville e Florianópolis, além de Brusque. “Teremos bastante dificuldade de manejar essa fila”.

Souza declara que a pandemia também impactou nas cirurgias de urgência, pois os leitos estavam ocupados por pacientes com Covid-19.



Na avaliação dele, a paralisação acabou aumentando o número de pacientes que aguardam na fila, resultando nas mais de 1,8 mil pessoas. “Nossos hospitais, o Azambuja e Dom Joaquim, também faziam as cirurgias eletivas e tiveram que parar”.



Segundo o secretário, apesar das cirurgias pediátricas estarem atrasadas, um convênio entre a prefeitura e o Hospital Azambuja foi aprovado e dever ser assinado em breve.



“Essas operações para crianças estão atrasadas, mas no nosso contrato com o Hospital Azambuja teremos duas médicas-cirurgiãs pediátricas que vão atuar na cidade. Vamos desafogar bastante essa parte também”, salienta.






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