Segunda audiência pública do setor têxtil e do vestuário reúne lideranças políticas e empresariais

O debate acontece nesta quinta-feira, 20 de junho, às 18 horas, na Câmara de Vereadores de Brusque

Segunda audiência pública do setor têxtil e do vestuário reúne lideranças políticas e empresariais

O debate acontece nesta quinta-feira, 20 de junho, às 18 horas, na Câmara de Vereadores de Brusque

Nesta quinta-feira, 20 de junho, acontece a segunda audiência pública do setor têxtil e do vestuário, que será realizada na Câmara Municipal de Brusque, a partir das 18 horas. O debate foi proposto pelo vereador Edson Rubem Müller “Pipoca”. A primeira audiência pública foi realizada em 2011. Já confirmou presença no evento o diretor da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), Fernando Pimentel, que apresentará o quadro atual do setor, e o deputado federal João Pizzolatti Júnior, que discorrerá sobre as PECs que tramitam no Congresso Nacional.

O senador Luiz Henrique da Silveira, membro da Frente Parlamentar Têxtil no Senado, também deve participar do debate em torno das necessidades do mercado, para que o setor possa ser mais competitivo, e o deputado estadual Jean Kuhlmann, atual presidente da Frente Parlamentar Têxtil na Assembleia Legislativa, irá apresentar e debater as necessidades do Governo do Estado no setor. O deputado estadual Ciro Marcial Roza também participará do debate.

AmpeBr

A Associação das Micro e Pequenas Empresas de Brusque e região espera uma grande participação dos empresários do setor têxtil e de confecção. Para o presidente, Luiz Carlos Rosin, a audiência é um momento importante para debater os problemas enfrentados pelo setor têxtil e do vestuário atualmente na cidade de Brusque e região. “Precisamos nos mobilizar economicamente, caso contrário, outras empresas vão acabar fechando”, afirma Rosin, que lembra da campanha idealizada pela Ampe em 2005, em parceria com o Sindicato das Indústrias do Vestuário, a qual conscientizava as pessoas a comprarem produtos fabricados no Brasil. O alerta foi feito através de dezenas de outdoors espalhados pela cidade com a seguinte mensagem: ‘Seu emprego está ameaçado! Compre produtos fabricados no Brasil para não chorar depois.’

“Na ocasião já alertávamos sobre a invasão dos produtos chineses o que desencadearia no Brasil demissões em massa, falência de empresas, desequilíbrio social e uma série de problemas. E vimos que isso, oito anos depois dessa nossa campanha, está acontecendo, infelizmente”, frisa Rosin.

Vale lembrar que  setor têxtil e de confecções reúne 30 mil empresas no país, de médio e pequeno portes, empregando diretamente 1,7 milhão de pessoas. O setor também gera cerca de 4 milhões de empregos indiretos, movimentando uma cadeia produtiva de 8 milhões de pessoas, incluindo setores como o comércio e a publicidade.
 
Mobilização

O presidente da Ampe acredita que através da mobilização o setor pode ter maiores conquistas. Como aconteceu com o Decreto 1.357, que visava instituir o recolhimento antecipado da diferença de ICMS nas operações de compra de produtos de outros estados, e que através da mobilização dos micro e pequenos empresários acabou sendo revogado pelo Governo do Estado. A mobilização aconteceu em fevereiro deste ano, e reuniu mais de 600 empresários, incluindo uma comitiva da AmpeBr, na Assembleia Legislativa.



Fonte: Assessoria de imprensa – AmpeBr
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