Única sobrevivente de chacina em Joinville está lucida, afirma parente: “lembra de tudo”
Rita de Cassia está internada há uma semana
Uma familiar informou nesta quarta-feira, 17, que Rita de Cassia Pereira Araujo Silva, de 60 anos, a única sobrevivente da chacina que ocorreu em Joinville na madrugada da última quinta-feira, 11, no bairro Saguaçu, está lúcida e se lembra do crime.
“Minha tia está completamente lúcida, lembra de tudo. Já está sentando, conversando, comeu bonitinho e está forte como uma rocha. Nos relatou algumas coisas. Deus vai acalentar e nos confortar”, escreveu uma sobrinha nas redes sociais.
Rita era sogra de Ramzi Mousen Hamdar, de 49 anos, de origem libanesa, suspeito de ter matado a tiros a esposa, Ingrid Iolly Araujo Silva Berilo, e os dois filhos, de 15 e 11 anos. Nesta quinta-feira, 18, completa uma semana do crime.
A sogra foi baleada e socorrida em estado grave. Também nesta quarta, a direção do Hospital São José informou que Rita apresentou uma melhora do quadro clínico. Ela permanece internada, mas agora em estado estável.
Chacina em Joinville
A família foi encontrada morta a tiros na madrugada da última quinta-feira. A Polícia Militar encontrou os corpos de uma mulher, dois filhos e do marido, que atirou nas vítimas e depois tirou a própria vida. Rita foi a única sobrevivente.
O irmão do homem o encontrou morto dentro da casa. Logo que viu a cena, ele acionou a Polícia Militar.
O caso aconteceu na rua Graviola. Os policiais, juntamente com o Samu, encontraram nos quartos do segundo andar o marido, de 49 anos, sentado no chão já sem vida, com uma pistola calibre .380.
No chão do corredor estava a esposa, de 40 anos, com diversas lesões causadas por tiros. Em um dos quartos, sobre a cama, estava uma criança de 11 anos. No último quarto, próximo à porta, estava a outra mulher, de 60 anos. Ela foi levada ao Hospital São José. Ao lado da mulher, estava um jovem de 15 anos, já sem vida.
Segundo relatos de vizinhos e do irmão do marido, o crime aconteceu por volta das 3h. Os relatos são de que o casal enfrentava problemas conjugais e financeiros. Os vizinhos afirmam que, no momento do crime, ouviram mais de 20 tiros e diversos gritos da residência, acionando de imediato a Polícia Militar.
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