Silvia Teske lança livro Benedita Pinta Tarada – Uma overdose brasileira na Unifebe

O evento acontece no átrio do bloco A da instituição, a partir das 20h

Silvia Teske lança livro Benedita Pinta Tarada – Uma overdose brasileira na Unifebe

O evento acontece no átrio do bloco A da instituição, a partir das 20h

Na próxima quarta-feira, 23 de outubro, o Centro Universitário de Brusque (Unifebe) promove o lançamento do livro “Benedita. pinta tarada. uma overdose brasileira” da artista e professora Silvia Teske. O evento acontece no Átrio do Bloco A, a partir das 20h.

A obra recebeu auxílio do Fundo Municipal de Cultura da Prefeitura Municipal de Brusque para o lançamento, impressão e distribuição. O romance tem a personagem Benedita como centro da trama. Trabalhando entre o humor e o trágico, a narrativa reflete questões peculiares do universo feminino, ao mesmo tempo, que dimensiona de forma exagerada a sexualidade não revelada, apostando no mundo imaginativo e nas atitudes inesperadas que, ao virem à tona, criam um resultado estarrecedor, irreal, e híbrido.

“Não trata de um personagem convencional, antes disso envereda por um caminho que beira a loucura e a insensatez. Tais características procuram situar o inicio da revolução sexual feminina, particularmente na década de 1980, atualizando-a as questões de indefinição e falta de envolvimento, tão presentes na atualidade. Benedita não pode ser classificada ou nomeada em um lugar apenas, pois vagueia entre a sensibilidade a flor da pele, o egoísmo e egocentrismo brutos, e o impasse entre vida e sociedade”, ressalta a autora.

Sendo um romance que foi escrito há 20 anos, e retrabalhado através dos anos, mantém o cerne original, apenas sendo atualizado esporadicamente, principalmente na sua construção visual, como a diagramação e as ilustrações. “O romance parece, devido a época em que foi escrito, antever a liberdade sexual que hoje assola os mais jovens, deslocando-a para as intenções, que por mais que pareçam insanas podem povoar as mentes, coração e corpo. Talvez como uma justificativa, talvez como um alerta, mas com a poesia que não pode ser classificada ou enquadrada, onde o impossível inverossímil apenas existe”, enfatiza Teske.


Unifebe – Assessoria de imprensa

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