Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Somos (ainda) um povo feliz

Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Somos (ainda) um povo feliz

Sérgio Sebold

Uma pesquisa recente realizada, entre tantas outras, que se encontra no Youtube, uma nos chamou pela originalidade do tema. Alguns comportamentos culturais do país são altamente positivos aos olhos dos gringos. Temos coisas boas para ensinar. Elencamos 10, de maneira sucinta, para melhorar nosso astral.

1 – Abraço afetuoso quando amigos, familiares se encontram. Entendem como um gesto maravilhoso do sentimento humano; não há o individualismo doentio como nos demais países, principalmente europeu;

2 – Povo limpo. Banho diário e escovação dos dentes sempre após cada refeição, inclusive no ambiente de trabalho, acham isto fantástico;

3 – Jeitinho brasileiro pelo lado bom. Facilidade de gerar soluções ou contornar situações inesperadas. O estrangeiro se desespera quando alguma coisa sai errado, fica sem ação. Esta é uma das razões do sucesso do brasileiro que trabalha no exterior. Sempre tem um “jeitinho” para fazer alguma coisa que não saiu bem como previsto;

4 – Atendimento generoso do brasileiro, nas situações de comércio, sempre solicito, gentil e um “muito obrigado” nos lábios;

5 – Compartilhar bebida no mesmo copo; acham muito estranho, embora reconheçam um sinal de amabilidade, carinho pela amizade. Por exemplo, caipirinha. Isto só é compartilhado por grupos muito restrito e familiar. Acham maravilho o caso do chimarrão, onde numa roda todos compartilham; a troca de ideias corre solta, enquanto aquele que está sorvendo fica somente ouvindo até sua oportunidade;

6 – Tratamento com estrangeiros. Sempre solicito e fazendo esforço para se comunicar na própria língua do visitante. Quando não é possível, com gestos, mímicas, para atender melhor possível o estrangeiro;

7 – Festa são mais alegres e calorosas, sem muita preocupação com o término, a descontração e risadas correm soltas. Cada um vai saindo conforme suas conveniências; fora certo horário para o começo, não há horário para terminar. Os bares no Brasil em geral não tem hora para fechar. Os estrangeiros acham as festas infantis o Máximo;

8 – Cultura do exercício físico na grande maioria da população, quer na academia ou esporte livre. Fecham-se ruas, praças, com proteção do poder púbico para a prática de atividades físicas;

9 – Oferece carona, entre conhecidos, no trabalho, nas famílias. É outro gesto que encantam os estrangeiros;

10 – Prática do almoço quente. Requintados e bem preparados. A legislação obriga empresas liberarem os funcionários para este momento. Nos restaurantes (hoje self service) é servido comida quentinha e caseira.

Mas a atitude que mais agrada o estrangeiro é a prática da nossa liberdade. Não há restrição para comer, beber, comprar, ir e vir, falar (mal) dos outros, do governo…aqui há liberdade, mas nem sempre usada devidamente.

O brasileiro faz piada mesmo nas situações dramáticas do infortúnio. Somos felizes e não sabemos.

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