Suspeito de dois roubos em Brusque está foragido

Polícia Civil prendeu na sexta-feira o comparsa dele em assaltos cometidos em fevereiro

Suspeito de dois roubos em Brusque está foragido

Polícia Civil prendeu na sexta-feira o comparsa dele em assaltos cometidos em fevereiro

Jairo de Lima Queiroz, um dos suspeito de assaltar o Cako Lanches e a cooperativa de crédito Viacredi em fevereiro deste ano, está foragido. De acordo com o delegado Juscelino Carlos Boos, da Polícia Civil de Brusque, ele tem mandado de prisão em aberto e fugiu para o Litoral catarinense. Na tarde de sexta-feira, 22, os agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa de Robson de Almeida Carvalho, de 28 anos, comparsa de Queiroz nos dois crimes. Na residência, localizada na rua João Batista Coelho, no bairro Santa Luzia, foram encontradas dez munições de revólver calibre 32, além de um capacete e um par de tênis parecidos com os utilizados nos dois roubos.

“Estamos investigando desde fevereiro esses crimes e no decorrer desta semana recebemos informações de que o Robson teria participação direta nesses roubos, que na casa dele havia uma arma de fogo e ele estava se preparando para retornar ao estado do Pará, de onde veio há algum tempo. Diante disso, conseguimos um mandado de busca e apreensão e ele deve permanecer preso. Enquanto isso, procuramos pelo Jairo, o outro suspeito de ter participado desses dois assaltos”, conta o delegado.

O roubo no Cako Lanches aconteceu no dia 8 de fevereiro, por volta das 17h30. Dois bandidos invadiram o estabelecimento localizado na rua Pedro Sebastião Mayer, no Centro, e levaram todo o dinheiro do caixa – a quantia não foi informada. Cinco dias depois, na manhã de 13 de fevereiro, um homem foi assaltado dentro da agência da Viacredi, na rua Conselheiro Rui Barbosa, também no Centro de Brusque. Em ambas as situações, a ação dos criminosos foi flagrada por câmeras de segurança, que ajudaram os investigadores na identificação os suspeitos.
Qualquer informação sobre o paradeiro de Jairo de Lima Queiroz pode ser feita de forma anônima pelos telefones 197 da Polícia Civil e 190 da Polícia Militar.

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