Terrenos em Brusque e Guabiruba registram despejos de resíduos industriais e domiciliar

Em Brusque, falta identificação de proprietários e comprovação de denúncias compromete trabalho da Fundema

Terrenos em Brusque e Guabiruba registram despejos de resíduos industriais e domiciliar

Em Brusque, falta identificação de proprietários e comprovação de denúncias compromete trabalho da Fundema

Na SC-411, que liga Brusque a Nova Trento, Tijucas e outras cidades, os moradores reclamam que os materiais são incinerados para não deixar vestígios de quem depositou – Crédito: Taiana Eberle 
Mau cheiro, restos de lixo incinerados e acúmulo de materiais, desde resíduos domiciliares até materiais de construção, dos mais variados tipos. Essa é a situação encontrada em terrenos de Brusque, um no bairro Santa Luzia e outro entre o Limeira e Nova Brasília, que continuam recebendo depósitos de resíduos sólidos. 

– Será que não existe outro lugar para o pessoal jogar isso? Eles não respeitam mais nada e ainda queimam o lixo para não deixar vestígios do material – reclama o aposentado Aires Pavesi, 72 anos, morador da rua Augusto Klapoth, próximo a uma das áreas que registra despejos de lixo, na rodovia SC-411.  

A responsável pelo Fundema, Eudez Pavesi, afirma que ambos locais têm registros de denúncias de longa data. Entretanto, como em nenhum deles foi identificado o proprietário, e nem comprovado o flagrante, o órgão não tem o que fazer. Apesar disso, a Secretaria de Obras já fez retirada de materiais, mas que em pouco tempo foram despejados novamente. 

– São terrenos mais distanciados, que não existem pessoas próximas para identificar o despejo desses resíduos e nos denunciar. Além disso, não sabemos quem são os proprietários das áreas e também não temos como notificar – explica Eudez.
** Confira a reportagem completa e a situação de um terreno em Guabiruba, na edição impressa desta sexta-feira, 23 de fevereiro. 

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