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Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Tolerância e intolerância: difícil equação

Sérgio Sebold

Economista e professor independente - sergiosebold@omunicipio.com.br

Tolerância e intolerância: difícil equação

Sérgio Sebold

Uma das palavras que sempre tem ecoado em nossa mente e corações é o significado do termo tolerância. Tanto a filosofia da fé cristã e mesmo nos princípios da democracia, sempre foi um dos pilares de seus ensinamentos. Recentemente (2015) vem-nos a notícia, de que grupos de refugiados, desesperados pela “intolerância” política de seus países de origem, particularmente do norte da África e mesmo do médio oriente; ainda que recebidos com toda a dignidade humana do cristianismo, demonstram todo seu ódio contra a fé cristã.

Uma pequena cidade da Itália (Terni), país que os acolheu através da ilha de Lampedusa, imigrantes desesperados, fugitivos da miséria e de uma guerra tribal de seus países, foi alvo de uma demonstração inusitada. Uma menina italiana cristã foi agredida de maneira violenta, por um coleguinha (12 anos) muçulmano porque ela portava um crucifixo no pescoço. No fundo esse jovem muçulmano é mais uma pobre criança que nasceu num ambiente de intolerância e ódio ao cristianismo, doutrinada desde que nasceu.

Numa outra demonstração de intolerância, uma procissão tradicional da igreja católica na cidade italiana de Concelise, foi interrompida com provocações por um grupo de fanáticos muçulmanos, quando passava em frente a uma mesquita, deixando as crianças atônitas e aturdidas, sem saber o porquê de tamanho ódio aos cristãos. Era uma procissão de primeira comunhão.

Infelizmente, os centros de acolhimento, em breve deverão primeiro fazer uma paciente limpeza cerebral destes imigrantes para se adaptarem a nova civilização que vieram se abrigar.

Outra tragédia ocorreu quando um grupo numa viagem dramática em condições mínimas de segurança (botes de borracha), inusitadamente um grupo de 15 muçulmanos do Senegal e da Costa do Marfim, assassinaram 15 cristãos, com os quais emigravam rumo a Europa, simplesmente porque estavam fazendo suas orações de pânico durante uma tempestade no mar.

“Na nossa própria casa nossos filhos não se sentem seguros diante da intolerância daqueles que vêm para a Itália para nos impor sua própria ideologia”, em artigo de Luis Difaur do IPCO.

Este é o preço que se está pagando pela tolerância cristã de receber todos de braços abertos. Infelizmente estes imigrantes estão ainda no estágio da barbárie, da intolerância, do ódio. A França se meteu numa encrenca, com sua política da “liberté”, se sujeitando aos caprichos dos irmãos muçulmanos; estes se arvoram na arrogância de expulsar seus próprios anfitriões para se apossarem do país.

Este é o preço que a Europa está pagando pelo “generoso acolhimento” e pela apostasia ao cristianismo; sério risco do domínio islâmico no futuro.

Será que o Brasil, já está se preocupando, com as últimas levas de migrantes oriundas do Haiti e da África? Que venham com seus infortúnios, suas culturas e até suas idiossincrasias, mas respeitem nossas tradições.

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