Universitária é assaltada e fica mais de duas horas em poder de ladrões

A jovem de 18 anos de idade teve o veículo Prisma e um celular roubados, além de dinheiro

Universitária é assaltada e fica mais de duas horas em poder de ladrões

A jovem de 18 anos de idade teve o veículo Prisma e um celular roubados, além de dinheiro

Uma universitária de 18 anos de idade passou momentos de terror e angústia, na noite desta sexta-feira, 28, após ser vítima de um roubo quando chegava para estudar na Unifebe. Tudo começou por volta das 20h30, após ela visitar uma amiga no hospital.

Quando estacionou seu veículo, um Prisma, marrom claro, placas MJX-8530, de Brusque, em um terreno baldio na rua Vendelino Maffezzoli, fundos do clube Santos Dumont, foi rendida por dois homens que já estavam no local, dentro de outro veículo que não conseguiu identificar. Um deles afirmou que estava armado, mas ela não viu nenhuma arma.

Eles ordenaram que ela mantivesse a cabeça abaixada e seguiram pela rodovia Antônio Heil, em direção à Itajaí. Um terceiro comparsa entrou também no veículo, em Itajaí, e com um cartão da Caixa Econômica fizeram um saque de aproximadamente R$ 100. A vítima não sabe em que agência ocorreu o saque. Eles roubaram ainda um celular Iphone 5C.

Os marginais rodaram com a vítima pelo BR-101, mas ela não conseguiu ver a direção tomada. Apenas percebeu que passaram por uma praça de pedágio. Eles conversaram com ela o tempo todo, e chegaram a mencionar que usariam o veículo para a prática de outros crimes na região. Chegaram a falar do signo da jovem e um deles afirmou que nasceu em 16 de dezembro.

Por volta das 23h eles abandonaram a vítima sem nenhum tipo de violência física, nas proximidades do trevo da rodovia Antônio Heil que dá acesso à BR-101. A jovem caminhou até um posto de combustíveis e bastante abalada usou o celular do vigilante para comunicar a família, sendo encaminhada para a delegacia de Polícia de Brusque para o registro da ocorrência.

Os pais da jovem já estavam mobilizados, junto com um tio, para descobrir o que tinha ocorrido com a moça. A mãe relatou que ela mantém uma rotina e sempre informa os familiares sobre o que está ocorrendo. “Como deu 22h10 e ela não chegou e não atendeu o celular, percebemos que algo errado tinha acontecido”, relatou a mãe, comemorando o fato de não terem agido com violência contra sua filha.

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