Vereadores pedem o fim das ciclofaixas e da Casa de Passagem

Guilherme Marchewsky (PMDB) diz que local serve apenas para abrigar "um bando de malandros à custas do dinheiro público"

Vereadores pedem o fim das ciclofaixas e da Casa de Passagem

Guilherme Marchewsky (PMDB) diz que local serve apenas para abrigar "um bando de malandros à custas do dinheiro público"

O vereador Guilherme Marchewsky (PMDB) defendeu nesta terça-feira, 5, na tribuna, o fim da casa de passagem em Brusque, a qual, na opinião dele, serve apenas para abrigar “um bando de malandros às custas do dinheiro público”. O vereador defende que o dinheiro lá investido seja utilizado na saúde pública municipal.

“Tem gente que não quer ser recuperado, para quem quer, dá. A Casa de Passagem custa R$ 70 mil por mês para cuidar de dez pessoas. Tem psicólogos, médicos e assistente social, e não tem resultado”, diz.

Dejair Machado, do PSD, e Alessandro Simas, do PR, manifestaram apoio. Machado diz que não se pode “fazer caridade” com dinheiro público, e que se o ex-prefeito Paulo Eccel quisesse “ajudar os malandros da Casa de Passagem, que faça com dinheiro próprio e não do contribuinte”.

Simas, por sua vez, diz que acabar com o serviço é prioridade do atual governo, no sentido de substituir o espaço por um Centro de Atendimento Psicossocial (Caps) para crianças. “O que é melhor, um local para essas crianças ou um local para deixar malandro dormir”, disse.

 

Retirada das ciclofaixas

Um requerimento do vereador Dejair Machado (PSD), apresentado ontem, deverá causar muitas discussões no Legislativo. Ele sugere ao Executivo que mande retirar todas as ciclofaixas implantadas no município de Brusque. O vereador pediu, na sessão de ontem, que o requerimento tramite na Comissão de Constituição, Legislação e Redação (CCLR) antes de ser votado no plenário.

Na justificativa, Machado alega que a implantação de ciclofaixas precisa de aval popular das comunidades afetadas. Diz também que a “ação unilateral” do ex-prefeito Paulo Eccel promoveu descontentamento por parte de alguns moradores, traduzidos em abaixo-assinados trazidos ao Legislativo.

Com isso, afirma o parlamentar, “a antiga administração municipal não tomou medidas capazes de valorizar e interpretar o desejo popular”.

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