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Bastidores da política e do judiciário, opiniões e críticas sobre os acontecimentos da cidade e vigilância à aplicação do dinheiro dos impostos pagos pelo cidadão

Vereadores rebatem críticas do prefeito Jonas Paegle sobre “lives” no Facebook

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Bastidores da política e do judiciário, opiniões e críticas sobre os acontecimentos da cidade e vigilância à aplicação do dinheiro dos impostos pagos pelo cidadão

Vereadores rebatem críticas do prefeito Jonas Paegle sobre “lives” no Facebook

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Repercussão
A crítica feita pelo prefeito Jonas Paegle a vereadores que fizeram “lives” no Facebook para reclamar da situação da obra da ponte do Rio Branco não ficou sem resposta. Na ocasião, Paegle pediu “menos sensacionalismo”, e que “pessoas que não tem o conhecimento técnico deveriam se informar primeiro, antes de emitirem suas opiniões”. Ainda que não tenha citado nomes, a fala foi endereçada a Jean Pirola (PP) Leonardo Schmitz (DEM) e Marcos Deichmann (PEN), que responderam o prefeito.

Respostas
A resposta do presidente da Câmara, Jean Pirola, por intermédio de seu perfil no Facebook, foi mais curta e direta. “Se nossas Lives estão incomodando aqueles que trabalham, imagina quando usarmos os microfones”, escreveu. Já Leonardo Schmitz publicou uma nota maior, na qual também critica severamente as palavras do prefeito Jonas.

Críticas
Segundo Leonardo Schmitz, a prefeitura só deu resposta aos questionamentos sobre a ponte do Rio Branco porque membros do governo assistiram aos vídeos feitos pelos parlamentares e “não gostaram”. “Isso também cabe a nós, cobrar e dar uma resposta para a população. Mas, por algum motivo o executivo, que tem falhado na sua comunicação, ficou chateado, atitude de gente fraca e sem controle”, diz um trecho do texto.


Desaprovação de contas
Os juízes do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC) julgaram, por unanimidade, não prestadas as contas dos diretórios estaduais do Partido Trabalhista Nacional (PTN) e do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) relativas às eleições de 2016. Ambos os diretórios foram apenados com a suspensão das cotas do fundo partidário pelo período de 12 meses, a partir do ano seguinte ao trânsito em julgado da decisão ou do cumprimento de eventual penalidade já aplicada aos partidos pela Corte.

Cláusula de barreira
Esse tipo de julgamento – não prestação de contas – ocorre frequentemente no estado, no que se refere a partidos pequenos. É notório que essas siglas só buscam a regularização próximo das eleições, para poderem colocar nomes à disposição, e depois inexistem como agremiação partidária, operando a cada dois anos como sigla de aluguel, o que reforça a necessidade de se ter uma cláusula de barreira para as eleições.


Sem fraudes
A 3ª Promotoria de Justiça de Brusque concluiu na semana passada inquérito civil que havia sido instaurado em setembro de 2015, cujo objetivo era apurar a regularidade de contratos firmados entre a empresa Pública Consultoria e Desenvolvimento Profissional e o município de Guabiruba, em 2011, durante o governo Orides Kormann (PMDB). Encerrada a investigação, foi constatado que o serviço que derivou do contrato foi devidamente prestado pela empresa, o que culminou no arquivamento do inquérito.


TACs em São João
O Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) em São João Batista firmou dois Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) com empresas do ramo alimentício. Os TACs foram firmados no âmbito de inquérito civil que investigava suposto comércio de produtos impróprios para o consumo. As investigações envolvendo as empresas Supermercado Remael e Crispal Distribuidora de Alimentos após o comprometimento de ambas a melhoria de condições.


Licitação
A Prefeitura de Brusque lançou a licitação para contratação de empresa para execução de obras de drenagem e pavimentação da rua São Leopoldo, no bairro São Pedro. O município recebe propostas até as 13h30 do dia 5 de julho, data para a qual está marcada a sessão de abertura dos envelopes.


Mitos eleitorais
Com o objetivo de esclarecer questões sobre o processo de votação, opções de voto e o resultado de uma eleição, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou ontem em suas redes sociais a campanha Mitos Eleitorais. O primeiro tema a ser abordado na fanpage, no Facebook e no perfil do tribunal no Twitter será “Votar nulo anula uma eleição?”.

Esclarecimento
A ideia da campanha, que será veiculada este mês e em julho, é desmistificar alguns temas e esclarecer o eleitor brasileiro. Para isso, foram criados nove vídeos de curta duração, animados, com infográficos para as redes sociais. Os demais temas da campanha são “Voto em branco vai para quem está ganhando?”, “Voto em branco é igual a voto nulo?”, “É eleito sempre o candidato que possui mais votos?”, “Quem não votou na última eleição não pode votar na próxima?”, “Depois da eleição é possível saber em quem o eleitor votou?”, “Quem é convocado para ser mesário, será convocado sempre?”, “Ninguém pode ser preso no dia da eleição?” e “O eleitor pode votar usando a camiseta do seu partido?”.

 

 

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