Atletas testam seus limites no 1º Dirty Running, corrida em circuito com obstáculos, em Guabiruba

Atividade organizada pela Assepavi aconteceu na manhã deste sábado

Atletas testam seus limites no 1º Dirty Running, corrida em circuito com obstáculos, em Guabiruba

Atividade organizada pela Assepavi aconteceu na manhã deste sábado

A primeira edição do Dirty Running, em Guabiruba, reuniu em torno de 60 participantes neste sábado, 24.

Promovido pela Associação de Ecoturismo e Preservação do Meio Ambiente no Vale do Itajaí (Assepavi), o circuito com obstáculos naturais e artificiais, foi montado no Loteamento Lofaghem, e testou os limites dos participantes.

A organização da corrida criou 17 obstáculos que foram distribuídos em aproximadamente 2,8 quilômetros. Nenhum obstáculo foi revelado antes. O atleta descobria na hora o que precisaria fazer.

A prova iniciou às 10 horas, com a largada do primeiro participante: o prefeito em exercício de Guabiruba, Valmir Zirke.

Prefeito em exercício de Guabiruba, Valmir Zirke foi o primeiro a largar | Foto: Bárbara Sales

Os demais atletas largaram na sequência, em intervalos de um minuto. No circuito, todos os tipos de obstáculos desafiavam os participantes: escalada, subida com corda, rastejo, tudo com muita lama ou água, passando inclusive, por dentro de riachos e lagoas.

Ao final dos 2,8 quilômetros, os participantes precisavam descer uma espécie de tobogã, caindo direto em uma lagoa. O cronômetro só zerava após o atleta atravessar a lagoa e tocar o sino, que simbolizava o fim do circuito.

No início da manhã, Zirke ainda estava em dúvida se participaria ou não da corrida. No fim, com o incentivo dos atletas, decidiu aceitar o desafio. Para ele, é importante incentivar a prática esportiva, já que esporte é sinônimo de saúde.

“Vemos que tem cada vez mais pessoas praticando e só temos que incentivar atividades como essa organizada pela Assepavi, que faz um grande trabalho no nosso município. Quanto mais pessoas praticando esporte, menos estarão nas filas dos postos de saúde”.

Vereador Felipe dos Santos participou pela primeira vez de uma corrida com obstáculos | Foto: Bárbara Sales

Quem também participou da corrida foi o vereador Felipe Eilert dos Santos. Ele é triatleta e pela primeira vez participou de uma atividade neste formato. “É bem diferente do triatlo, que você sabe o que vai acontecer. Aqui é tudo diferente. É um desafio novo. Vim para me divertir, curtir o percurso sem me preocupar com o resultado”, diz.

Fabiana Rosa, 33 anos, já é uma participante frequente de corridas de obstáculos. Atleta de crossfit, ela chegou na prova com o objetivo de vencer. “Quero chegar em primeiro lugar, sempre penso assim”, diz.

Alexandre Luiz Fischer, 19 anos, também costuma participar de atividades ao ar livre e não perdeu a oportunidade de ser mais um atleta no Dirty Running. “Espero me divertir. A chuva dá até um ânimo a mais”.

As amigas Paola, Aline e Joice estavam ansiosas na primeira participação delas neste tipo de prova | Foto: Bárbara Sales

As amigas Aline Bodenmuller, 21, Paola Hortência Loterio, 22, e Joice Kistenmacher, 28, estavam bastante ansiosas aguardando o início da corrida. Foi a primeira vez delas em um circuito deste tipo e o fato de descobrirem somente na hora quais seriam os obstáculos deixou a atividade ainda mais emocionante.

“A surpresa é o que nos deixa bastante ansiosas. Viemos para vencer nossos limites, nos desafiar. Nosso objetivo é conseguir completar a prova”, diz Aline.

Avaliação positiva
O presidente da Assepavi, Ivo Leonardo Schmitz, destaca que o Dirty Running não pode ser classificada como competição, mas sim, como uma atividade para unir e divertir os participantes.

De acordo com ele, este tipo de atividade está se tornando cada vez mais comum, inclusive, já existem grandes centros como São Paulo e Curitiba, que realizam circuitos com obstáculos com bastante frequência.

17 obstáculos foram criados para desafiar os participantes | Foto: Bárbara Sales

“Vem crescendo muito. E aqui percebemos pelo número de inscritos que foi bem aceito. Estávamos esperando pelo menos 50 inscritos, e ultrapassou este número. Bem acima da expectativa”, afirma.

Ele diz que os membros da diretoria da Assepavi e os voluntários vão se reunir para uma avaliação da primeira edição da corrida e, provavelmente, serão realizadas mais edições. “Com certeza vamos conversar sobre a possibilidade de colocar o Dirty Running em nosso calendário anual de atividades”.

O 1º Dirty Running teve como apoiadores: Casa de Aventura, BJNet, Hangar 360 Condicionamento Físico, Crossfit Brusque, Agência Konteúdo, Baungartner Embalagens e HLeve. Todos os participantes receberam medalha.

Confira os vencedores:

Categoria Masculino
1º Valmir Zirke (21m47s)
2º Juliano de Oliveira (21m59s)
3º Guilherme André Sedrez (22m11s)

Categoria Feminino
1º Munick Gabrielle da Silva (25m24s)
2º Leane Pothin (30m01s)
3º Deize Marchiori (31m39s)

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