Ciclone extratropical deve afetar Brusque a partir desta segunda-feira
Risco de alagamentos e enxurradas para o Vale do Itajaí é alto na terça-feira, 9
Um ciclone extratropical deve afetar Santa Catarina entre esta segunda-feira, 8, e quarta-feira, 10, trazendo mudanças significativas nas condições do tempo. O risco de alagamentos, enxurradas, destelhamentos e danos à rede elétrica é alto para Brusque e o Vale do Itajaí na terça-feira, 9.
A intensidade dos impactos dependerá da posição e das condições atmosféricas associadas ao fenômeno, por isso, segundo a Defesa Civil, é importante que os moradores estejam cientes dos riscos específicos de sua região e tomem as precauções necessárias.
A segunda-feira começa com sol e temperaturas elevadas, mas com o avanço da nebulosidade, o risco de temporais aumenta. Na tarde de segunda-feira, o Oeste catarinense já deverá enfrentar chuvas intensas, ventos fortes e possível queda de granizo. A partir daí, o fenômeno avança para as regiões do Grande Oeste e Planalto Norte, onde o risco de alagamentos, enxurradas, destelhamentos e danos à rede elétrica será alto. Nas regiões do Planalto Sul e Vale do Itajaí, o risco é moderado, e, no Litoral, os temporais serão mais isolados, com baixo risco.
Risco alto na terça-feira
Na terça-feira, o ciclone passa pelo estado, mantendo o tempo fechado e com chuvas fortes desde a madrugada. A previsão é de que o risco seja alto em todas as regiões, incluindo o litoral, devido à possibilidade de alagamentos e enxurradas. Com o tempo mais fechado, as temperaturas caem para cerca de 20°C. Durante a tarde, o vento se intensifica nas regiões costeiras, com rajadas de até 80 km/h, podendo causar danos, como quedas de árvores e destelhamentos. A agitação marítima também aumenta, com ondas de até 3 metros entre a Grande Florianópolis e o Litoral Sul.

Atenção para os ventos na quarta-feira
Já na quarta-feira, o ciclone se desloca para o alto mar, diminuindo a intensidade da chuva, mas os ventos continuam fortes no Meio-Oeste, Planalto, Vale do Itajaí e Litoral. As rajadas podem atingir até 90 km/h, trazendo risco de danos adicionais, como destelhamentos e quedas de árvores.
A recomendação é que os moradores busquem abrigo em locais protegidos e evitem se expor a áreas abertas, especialmente sob árvores e postes, e que tomem cuidado com objetos soltos que possam ser arremessados com a força dos ventos.
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