Desafio Sesi de circuito de obstáculos reúne centenas de entusiastas em Brusque

Evento teve 234 competidores, entre homens e mulheres; provas exigem força, impulsão e agilidade

Desafio Sesi de circuito de obstáculos reúne centenas de entusiastas em Brusque

Evento teve 234 competidores, entre homens e mulheres; provas exigem força, impulsão e agilidade

O Desafio Sesi Circuito de Obstáculos foi realizado na tarde deste sábado, 10, na sede brusquense da entidade, no bairro Santa Terezinha, e contou com 234 competidores, entre homens e mulheres maiores de 18 anos, competindo nos níveis iniciante e avançado. O evento reúne entusiastas e profissionais do atletismo e do exercício físico divididos em equipes, além de diversas famílias. A última edição havia sido realizada no final de 2017, em Jaraguá do Sul.

O propósito do evento é o incentivo à atividade física e o combate ao sedentarismo e à obesidade. “Estamos fazendo esta prova com o intuito de melhorar a qualidade de vida das pessoas”, afirma Flávia da Veiga, supervisora de atividades físicas do Sesi de Brusque. No total, 42 pessoas participaram da organização do evento.

Adriana Cabral e Silva pratica funcional há dois anos, e havia disputado apenas corridas de rua até então. Em sua estreia, ela participou direto no nível avançado. “É muito diferente, aqui é necessário muito esforço, principalmente nos obstáculos reservados ao nível avançado. É muito pesado, depois acaba ficando mais fácil”.

A apenas um mês praticando, Carina Schmaia já se aventurou no nível avançado do Desafio Sesi, e pretende voltaR. “O ideal é se poupar no começo para depois ter gás no final. Terminei o circuito em cerca de 15 minutos, e gostei do resultado”, explica.

Ainda durante a competição feminina, uma das atletas sofreu uma lesão ao cair da rampa, um dos primeiros obstáculos do circuito. A ambulância precisou prestar atendimento médico e levá-la para a realização de exames. Com isto, a sequência da competição acabou atrasando, porque era necessária a chegada de uma outra ambulância.

 

Circuito para tirar qualquer fôlego
O circuito iniciante tem 13 estações de obstáculos, enquanto o nível avançado tem 19. Os atletas de nível avançado iniciam entrando no campo de grama sintética, onde há os 13 obstáculos extras, que exigem muito mais força.

A classificação final é de acordo com o menor tempo, levando em conta os obstáculos não realizados. Por exemplo, um competidor que terminou o circuito sem realizar um obstáculo em tempo menor do que outro que completou a prova e todos os seus obstáculos fica para trás na classificação final.

Os competidores têm três chances para cumprir cada obstáculo e ir ao próximo. Quando as três chances acabam, o obstáculo é contado como “não realizado” e o competidor é obrigado a tentar o seguinte.

A primeira tarefa é tombar um pneu de caminhão até passar o ponto marcado por cones e depois fazer o caminho inverso. A segunda é a corrida do saco, em que o competidor entra em um saco e, pulando, dá a volta no cone determinado para voltar.

O pneu volta na terceira prova, mas precisa ser arrastado por uma corda, mais uma vez dando a volta no cone para fazer o retorno e encerrar a pronta. Na quarta pronta, é necessário puxar o pneu através de uma roldana, levantando-o até uma estrutura de ferro, no alto. A quinta prova consiste em escalar uma corda até tocar um sino, e na sexta é necessário carregar dois halteres em um minicircuito. Estas são as provas exclusivas do nível avançado.

O nível iniciante e o nível avançado têm o mesmo circuito a partir da sétima prova, fora do campo de grama sintética, quando é necessário subir de escada até uma espécie de toboágua. Após a descida, é necessário subir uma rampa de madeira, para então cair em um “pula-pula”.

Na sequência, os competidores passam por um labirinto simples em zigue-zague, uma prova de rastejo na quadra de vôlei de praia. E então, é hora de entrar no campo de futebol, mas antes é necessário passar por obstáculos simples no corredor de acesso ao campo.

Há ainda no circuito um fosso com água, um cavalete, obstáculos para pular e rastejar por baixo, uma trilha de pneus pela qual os competidores precisam passar por cima. Ainda há a “teia de aranha”, um emaranhado de fitas brancas pela qual os competidores precisam se livrar para chegar do outro lado. E, depois de duas escadas, é necessário escalar um paredão, cair em uma caçamba com água para, finalmente, encerrar o circuito e poder descansar muito, aproveitando as frutas e a água oferecidas pela organização.

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