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Hércules anunciado

O anúncio do nome do novo ministro da Educação, o Professor e Filósofo Ricardo Velez Rodrigues, me deixou extremamente satisfeito e esperançoso. Quem acompanha essa coluna regularmente já sabe o quanto eu tenho criticado o sistema educacional brasileiro e, acima de tudo, o MEC, que sempre preferi chamar de ministério da idiotização, da erotização e […]

O anúncio do nome do novo ministro da Educação, o Professor e Filósofo Ricardo Velez Rodrigues, me deixou extremamente satisfeito e esperançoso. Quem acompanha essa coluna regularmente já sabe o quanto eu tenho criticado o sistema educacional brasileiro e, acima de tudo, o MEC, que sempre preferi chamar de ministério da idiotização, da erotização e coisas do tipo. De fato, o pensamento educacional e sua prática, no Brasil, são de doer de tão ruins. Não à toa temos uma escola que perde para países miseráveis e em guerra civil em termos de qualidade e rendimento. Mudar esse cenário de horrores é uma tarefa para gigante. Há duas semanas, sugeri o nome do herói mítico Hércules para o cargo.

Pois bem, ele acaba de ser nomeado. O nome não poderia ser melhor, e uma das provas disso é o chororô de professores, jornalistas e demais ideólogos de esquerda, adeptos dos métodos até aqui dominantes. Pois bem, se eles estão reclamando é porque o cara é bom.

Eu estaria extremamente desapontado se essa galera estivesse feliz com a escolha do novo ministro. Seria indicativo de que as coisas não iriam mudar. Eu, que venho acompanhando o time de craques que o governo Bolsonaro está montando, estou de novo me sentindo orgulhoso de ser brasileiro. Não tenho dúvidas acerca do desafio monstruoso que espera o novo governo, mas o fato de o governo estar eleito e recrutando os melhores jogadores para o time é ocasião para grandes esperanças. O novo ministro já vem se manifestando há tempos contra a utilização ideológica do sistema educacional e tem absoluto repúdio à ideologia de gênero, que o MEC vinha impondo goela abaixo para a população. Critica a falta de disciplina e autoridade dos professores. Coloca as escolas militares como modelos a serem seguidos e vê como urgente a mudança do modelo educacional, que vem emburrecendo nossas crianças ano a ano.

Ou seja, o ministro é dos nossos, e de nada valerá a choradeira dos derrotados. Aliás, nossa cidade e região não votou de modo massacrante no governo eleito para que as coisas permanecessem como estão.

Portanto, não vamos nos incomodar com as intensas críticas da imprensa. Como escrevi na semana passada, essa grande imprensa é toda dominada pelos grupos globalistas internacionais, contra quem também já se manifestou o novo ministro das relações exteriores. Aliás, é bizarro que jornalistas digam que Velez Rodriguez é um ideólogo e o critiquem por isso, uma vez que a área da Educação foi o principal palanque ideológico da turma que perdeu a eleição.

Torço e rezo para que o novo ministro, e o novo governo como um todo, possam realizar tudo o que propõem, apesar das dificuldades sem tamanho, especialmente a resistência ideológica enraizada no mundo universitário e escolar. Se isso acontecer, o país dará uma importantíssima guinada rumo a um futuro muito promissor. Desde já, volta a chamar o MEC de Ministério da Educação, com “E” maiúsculo.