Saiba como está o andamento das obras da nova Beira Rio em Brusque
Lote 1 deve ser liberado em setembro e lote 2 entre novembro e dezembro
As obras da nova Beira Rio, em Brusque, seguem avançando dentro do prazo, apesar de algumas dificuldades que apareceram durante os trabalhos. O trecho que vai do Instituto Federal Catarinense (IFC) até a altura da empresa Irmãos Hort, no Rio Branco, que compreende o lote 1, deve ser aberto para o tráfego já em 7 de setembro.
Todo o lote 1 já está pavimentado e as calçadas e drenagem já estão prontas – com exceção do trecho perto da rua Francisco Sassi. Ainda falta iluminação e também sinalização.
No trecho próximo à rua Francisco Sassi, foi necessário refazer o pavimento e também houve um problema com uma rocha. Além disso, é uma região com rio fundo, que demanda a colocação de mais material do que o previsto inicialmente. Na área, o rio ainda foi alargado. Um paredão foi levantado pensando no crescimento da região.
“Essa obra foi pensada, além da função como canal extravasor, para fazer fluir melhor o trânsito, portanto há um grande cuidado com os acessos. Aqui, teremos uma distância grande percorrida com poucos acessos e, onde há acessos, terá um sistema para fluir melhor o trânsito (áreas de aceleração e desaceleração)”, destaca o vice-prefeito e secretário de Infraestrutura, Deco Batisti.
“Em relação à drenagem, também já houve a preocupação de instalação de galerias, para facilitar a retirada de lodo quando enchentes acontecerem. É mais funcional, aprendemos com os projetos antigos. É uma obra de porte mais caro, mas porque foi pensada diferente, com cuidados em relação aos detalhes”, completa.
Após a liberação do lote 1, incluindo a nova ponte Rio Branco-Jardim Maluche, que já está com as alças finalizadas, a prefeitura deve interditar a ponte José Germano Schaefer, popular ponte do Pilolo, no Rio Branco, para obras. Na região, também será feito um parque alagável, em parceria com a empresa Irmãos Hort.
Próximos passos
O lote 2, que vai até a ponte do Pilolo, deve ficar pronto em meados de novembro ou dezembro. No local, serão construídas novas alças de acesso para permitir a manobra de caminhões e dar mais fluidez ao fluxo de veículos.
Deco destaca que a obra foi pensada para aguentar a força do rio e do escoamento de água em dias de chuvas fortes, com uma fundação e um asfalto mais resistentes.
Os lotes 1 e 2 são de responsabilidade do consórcio Pacopedra/Freedom/Augusto. Na região da ponte do Pilolo, a obra também tem uma infraestrutura pensada no crescimento dos bairros, com grande capacidade de escoamento. Outra preocupação foi utilizar uma fundação de alta qualidade para o asfalto. “Elevamos o nível das obras do município”, destaca Deco.
Os outros lotes
O lote 3, trecho entre a ponte do Pilolo e a ponte Alois Pettermann, no bairro Dom Joaquim, teve alteração no projeto. A licitação provavelmente será feita no fim deste ano para que as obras iniciem em 2026.
O lote 4 não tem início previsto. Trata-se de um pequeno trecho que foi incluído no projeto da nova Beira Rio durante o andamento da obra. O início será pela margem esquerda da nova ponte Rio Branco-Jardim Maluche e seguirá até a rua Orides Schwartz, no bairro Guarani. O projeto não foi incluído durante o andamento da obra. Todos os loites já haviam sido planejados anteriormente.
Já o lote 5 compreende a ampliação da margem esquerda da parte baixa da Beira Rio (perto da Unifebe) para que a região acompanhe o desenvolvimento da parte alta (sentido Dom Joaquim).
A intenção do governo é entregar o projeto do lote 5 e captar recursos até o final deste ano. Em 2026, a prefeitura planeja executar a continuidade da parte baixa.
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