Samae de Brusque regulamenta instalações futuras de água em novos empreendimentos; entenda
Projeto foi aprovado pela Agência Intermunicipal de Regulação (Agir)
O Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) de Brusque regulamentou, por meio de uma normativa própria, a instalação de esperas de ligações de água futuras em empreendimentos como salas comerciais, prédios residenciais e condomínios horizontais.
A medida busca garantir que, ainda durante a construção, sejam deixadas estruturas prontas para evitar intervenções futuras que causem rompimento de calçadas ou do asfalto.
A normativa, idealizada pelo assistente técnico, Juliano Montibeller, prevê que, uma vez solicitada a primeira ligação de água no local, o Samae pode instalar todas as demais saídas de espera, que já são registradas com códigos específicos no nome da construtora ou da administradora.
Esses códigos ficam vinculados ao imóvel de forma permanente. Assim, quando o empreendimento for sendo ocupado, cada nova ligação é ativada de forma individual, sem necessidade de obras adicionais na via pública.
“Esse novo modelo facilita especialmente a instalação de hidrômetros em locais onde eles ainda são exclusivos do Samae e precisam ficar na linha do muro, como em salas comerciais e prédios. A normativa garante que cada unidade futura tenha sua estrutura individual previamente planejada e cadastrada. No momento da ativação, o novo proprietário ou locatário apenas apresenta a documentação exigida e paga a taxa de ligação vigente”, explica o diretor-presidente do Samae, Breno Nunes.
Brusque é o primeiro município de Santa Catarina a adotar uma regulamentação específica para esse tipo de instalação.
“A normativa foi avaliada e aprovada pela Agir (Agência Intermunicipal de Regulação), o que garante respaldo legal à iniciativa. Além disso, nas ampliações de redes, como por exemplo na Pavimentação Comunitária, as equipes também deixam uma espera”, continua Breno.
“Quando ampliamos alguma rede, as equipes já realizam os estudos para verificar quantas esperas podem ser aplicadas naquele local. Com isso, com o avanço da infraestrutura nessas vias, não será necessário quebrar o asfalto para realizar a ligação de futuras saídas de água”, finaliza o presidente.
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