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Obras da margem direita da Beira Rio chegam ao loteamento Emma II

Não há previsão para finalização dos trabalhos; instalação da infraestrutura depende do orçamento da prefeitura

As obras de ampliação da margem direita da Beira Rio chegaram ao loteamento Emma II, no bairro Limoeiro, na sexta-feira, 11. Os trabalhos estão focados no prolongamento do Canal Extravasor, com a adaptação do solo para a instalação da infraestrutura da estrada, que irá se tornar uma nova ligação de Brusque a Itajaí.

Esta parte de adaptação e abertura da estrada está orçada em R$ 3,5 milhões, com financiamento da Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (Badesc). Pavimentação, drenagem, calçadas e iluminação são responsabilidade da Prefeitura de Brusque, que continuará as obras com recursos próprios.

De acordo com o diretor da Secretaria de Obras, Nik Imhof, a obra já será dada como entregue até o ponto em que se encontra, no loteamento Emma II. A prefeitura trabalha para iniciar as obras de infraestrutura na segunda metade do ano. Há também um projeto de ponte que passará por cima do rio Limeira, a ser licitado. A foz do rio no Itajaí-Mirim corta as obras de execução do canal extravasor.

Imhof afirma que, como a infraestrutura depende de recursos próprios da prefeitura, não há como dar uma estimativa de prazo para que as obras sejam totalmente entregues. “Varia de acordo com o caixa e com os orçamentos municipais, é bem relativo. A pretensão era terminar no fim de 2019, mas não se sabe o que pode acontecer com os orçamentos”, explica.

O município busca também recursos junto ao governo estadual para a obtenção da massa asfáltica e para o enrocamento de pedras nas margens do rio. Caso consiga, haverá uma folga nos investimentos por meio de recurso próprio, aumentando as chances de agilidade na entrega das obras.

O prolongamento da avenida Beira Rio deve desafogar o trânsito próximo à Unifebe. Quem quiser acessar Itajaí não precisará mais passar pela universidade ou pelas rotatórias que dão o acesso tradicional à rodovia Antônio Heil. “Não será mais necessário passar por aquele trecho, que é bem complicado. Na rotatória da Limeira também será mais simples”, explica Imhof.

No entanto, ele vê a vasão da água do rio Itajaí-Mirim como principal benefício da obra. “Mais do que a mobilidade, destaco a questão da drenagem, para melhorar a situação das casas que costumavam alagar, diminuir as ocorrências. As obras acabam aumentando o canal do rio.”

Crédito: Prefeitura de Brusque/Divulgação