Onze estações de telemetria devem ser instaladas até julho

Onze estações de telemetria devem ser instaladas até julho

Está prevista para 9 de maio a abertura dos envelopes do processo licitatório que define a empresa responsável pela implantação e montagem do sistema de monitoramento e alerta na cidade. A partir de então, esta empresa terá entre 30 e 60 dias para estruturar todas as tecnologias necessárias para o trabalho nas estações, que começam a funcionar imediatamente após as instalações. 

O projeto está orçado em R$ 280 mil, e entre os equipamentos da telemetria estão incluídos sistema de comunicação e rádio, monitoramento de nível de rio e quantidade de chuva e transmissão de dados. No total serão 11 unidades, dez em Brusque e uma em Botuverá, auxiliando na resposta da Defesa Civil à população brusquense.

Atualmente a Defesa Civil de Brusque utiliza dados da Agência Nacional das Águas (ANA) e do Centro de Operação do Sistema de Alerta da Bacia do Itajaí-Açú (Ceops), entre outros serviços. O objetivo da telemetria própria do município é aumentar a precisão e agilizar os atendimentos.

– Com o sistema eu saberia exatamente, nesse momento, o quanto choveu em Brusque. As informações serão atualizadas em tempo real, a cada dez minutos terei os dados para passar – explica o diretor da Defesa Civil, sargento Evandro de Mello do Amaral.


Das dez estações em Brusque, três vão ser instaladas ao longo do rio Itajaí-Mirim, enquanto as outras sete serão colocadas em locais mais críticos, para monitorar a chuva em micro bacias e ribeirões de bairros mais populosos e com maior incidência de enxurradas.

– No máximo em julho, a telemetria vai estar funcionando. É um grande avanço, uma coisa inédita, mas ainda existe outra ambição nossa que é fazer as cotas de enchente. Aí sim, poderemos dizer que Brusque está bem segura. Não que vá evitar que aconteça uma enchente, mas se acontecer, os prejuízos serão muito menores -destaca Evandro.

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