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Pesquisa causa turbulência entre Paulo Bauer e Jorginho Mello, candidatos ao Senado

Disputa Há bombeiros em ação tentando apagar o incêndio, com chamas à vista, entre os candidatos ao Senado Paulo Bauer (PSDB) e Jorginho Mello (PR). O bate-boca é uma pesquisa, paga por Mello, que lhe dá índices de intenções de voto melhores que os atribuídos ao tucano, diferentemente do que tem indicado vários levantamentos. Enquanto […]

Disputa
Há bombeiros em ação tentando apagar o incêndio, com chamas à vista, entre os candidatos ao Senado Paulo Bauer (PSDB) e Jorginho Mello (PR). O bate-boca é uma pesquisa, paga por Mello, que lhe dá índices de intenções de voto melhores que os atribuídos ao tucano, diferentemente do que tem indicado vários levantamentos. Enquanto isso, Raimundo Colombo e Esperidião Amin parece que nasceram um para o outro.

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Acreditar?
Não custa, mais uma vez – e seria muito se fosse a última – dar um voto de confiança a alguns dos nossos candidatos a governador quando prometem que, se eleitos, não vão fazer indicações políticas para os principais cargos. Ganha um pirulito quem adivinhar qual a fórmula para fazer diferente do que é hoje: um imoral balcão de negócios, não raro travestido de cabine de emprego.

Traíras
Uma leitura no noticiário político nacional e estadual dá uma ideia do imenso festival de traições partidárias nesta reta final de campanha. A grande maioria de caráter oportunista, onde políticos pendem para o lado que pode vencer. E tudo fica impune. Coisas de uma democracia frágil.

Pirataria
Foi notícia nos jornais do Rio, ontem, a apreensão pela Policia Civil de SC, em oito fábricas daqui, de cerca de 30 mil camisas, bermudas e casacos da conhecida marca carioca Reserva. A produção toda seria comercializada em lojas de comércio popular na Rua 25 de Março, em São Paulo.

Eleição
Nesta quinta-feira, das 9 às 18h, acontece a eleição para presidente, diretoria executiva e conselhos superior e fiscal da Associação Catarinense de Imprensa/Casa do Jornalista. Como ocorre tradicionalmente, há chapa única, de consenso. Por unanimidade, o sempre dedicado Ademir Arnon vai conduzir a entidade por mais dois anos.

Direitos humanos
O relatório da Comissão Memória e Verdade da UFSC, com mais de 400 páginas, que resgata fatos ocorridos durante o período do regime de exceção, entre 1964 e 1988, foi finalmente apresentado ao Conselho Universitário da instituição, esta semana, com recomendações para evitar seu esquecimento. Entre outras de que não atribua títulos e homenagens universitárias a pessoas que, reconhecidamente, feriram ou ajudaram a ferir os direitos humanos naquele período, e reavaliar as já dadas anteriormente a aqueles que comprovadamente foram denunciados por tais crimes.

Relações perigosas
O Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (TRT-SC) anulou cláusula firmada em contrato coletivo entre uma empresa e o Sindicato dos Trabalhadores Marítimos, Fluviais e Empregados Terrestres em Transportes Aquaviários e Atividades Afins de SC (Simetasc). Previa o repasse, a este, de subvenção patronal, em flagrante violação ao princípio da liberdade sindical e sua autonomia. Cabe recurso ao TST. Um ditado popular diz: “Quem paga a banda, escolhe a música”. Não é preciso explicar mais nada.

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Importunação sexual
Todos os méritos para a senadora catarinense pelo PCdoB do Amazonas, Vanessa Grazziotin. É de sua autoria o projeto de lei original, que depois recebeu emendas, que resultou em lei nacional, em vigor desde terça-feira, que aumenta pena para o estupro coletivo, além de tornar crime a importunação sexual, a chamada vingança pornográfica e a divulgação de cenas de estupro.

Diplomas falsos
Em uma megaoperação, anteontem, no Rio de Janeiro, foi preso um grupo de fraudadores que teria emitido 350 mil diplomas falsos de ensino médio, com faturamento de cerca de R$ 700 milhões. Decerto que há, também, 350 mil compradores de tais títulos em todo país. Socorro!

Bobagem
Estudos recentes revelaram que a maioria dos estudantes de ensino médio do Brasil mal sabe ler e escrever. Mas sempre tem político demagogo, como a senadora Regina Sousa, do Piauí, querendo piorar o quadro. Ela é autora de projeto propondo que a literatura de cordel, na semana passada reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro, se torne tema obrigatório dos currículos da educação básica.