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Qualidade do sinal de telefonia móvel em Brusque é discutida em audiência pública

O encontro realizado nesta quinta-feira, 15 de agosto, reuniu representantes da Anatel, Procon e empresas de telefonia

Mais uma vez, a precariedade do sinal de telefonia móvel em Brusque foi discutida na Câmara Municipal. Uma audiência pública realizada nesta quinta-feira, 15 de agosto, trouxe representantes da Anatel, Procon e empresas de telefonia, para avaliar a qualidade e o cumprimento dos planos e metas de cobertura no município.
O encontro foi proposto pelo Vereador Jean Pirola (PP). Ele apresentou um estudo realizado pelo Procon, que avalia a qualidade do sinal de telefonia móvel em diversos pontos da cidade. “Parece que só quem mora no centro tem acesso a um sinal decente. O consumidor de outros bairros está pagando por algo que nem sempre existe: o sinal de celular”, disse.
O levantamento apresentado por Pirola mostra que, em dois trechos, distantes pouco mais de meio quilômetro, no Centro, há grandes diferenças na qualidade do sinal. “Na praça Sequicentenário, as operadores divergem muito na qualidade. Fomos até a rua São Leopoldo, a 600 metros, nenhuma das operadores dava sinal” afirma.
Ainda segundo os dados apurados pelo órgão fiscalizador, cerca de 40 mil moradores do município não tem acesso a qualquer sinal de telefone celular. “Na Limeira, o bairro que mais cresce, 12 mil pessoas não tem sinal. O parque As regiões industriais de Brusque não tem sinal. Na rua azambuja, somente a oi funciona. Tem tanta desculpa, que a gente nem sabe mais o que falar”, reclama Pirola.
O representante da unidade operacional da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Estevão Hobolt, diz que a agência considera as delimitações do perímetro urbano de cada município para avaliar a qualidade de sinal. “A lei diz que a área urbana deve ter, no mínimo, 80% de cobertura. No caso de não ocorrer, é necessário enviar oficio à Anatel, que vai averiguar o caso”.
>Leia a reportagem completa na edição desta sexta-feira, 16 de agosto, do MDD