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Revitalização de área turística de Brusque custará R$ 1,3 milhão

Entorno do pavilhão da Fenarreco, Arena Brusque e parque das Esculturas passará por mudanças

Revitalização de área turística de Brusque custará R$ 1,3 milhão

Entorno do pavilhão da Fenarreco, Arena Brusque e parque das Esculturas passará por mudanças

A área que compreende o pavilhão Maria Celina Vidotto Imhof, a Arena Brusque e o parque das Esculturas deverá ser revitalizada. O objetivo das obras é tornar a região mais atrativa e mais aproveitável para os turistas.

As duas ruas que estão sendo abertas em volta do terreno devolvido à família Hoffmann também receberão incrementos. Calçadas amplas, ciclovias, bancos, mais árvores e iluminação serão inclusos. Desta forma, pavilhão, arena e parque serão “integrados” com a revitalização.

“O projeto arquitetônico está bem definido, é uma ligação turística, uma reurbanização. Tem que ser uma área de lazer, de convivência. Queremos que seja um circuito de caminhada. Vamos interligar estes locais, que são de grande importância turística”, explica o vice-prefeito Ari Vequi.

Com o projeto, as melhorias no parque das Esculturas voltam à tona, com Vequi pretendendo iniciar os trabalhos de revitalização do local ainda em 2018. “A ideia é viabilizar uma nova área de terceirização, com concessões à iniciativa privada. As opções estão sendo estudadas pela Secretaria de Turismo. Tem que ser o ponto turístico mais forte da cidade. É o maior do tipo da América Latina, mas não está sendo utilizado como deveria.”

O Ministério do Turismo pediu para que o município cadastre o projeto no valor de R$ 1,39 milhão junto à Caixa Econômica Federal, para que a verba seja liberada. Vequi admite que o processo é demorado. “Temos verbas garantidas na Caixa Econômica, que têm projetos sendo discutidos há um ano”, lembra. Os recursos foram garantidos pelo ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, em 27 de abril, em encontro com o vice-prefeito.

O diretor de Turismo de Brusque, Norberto Maestri, o Kito, afirma que parte do projeto é transferir esculturas que estão espalhadas pelo município para esta rota do pavilhão até o parque. “Se temos um parque cheio de esculturas, as pessoas não vão se deslocar até um outro lugar para ver uma ou duas. Então serve para valorizar. A ideia também é tornar o pavilhão com mais vida própria, independente dos eventos.”

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