Homem detido após confusão em rodeio, em Brusque, diz que não tentou atropelar ninguém
Ele foi detido com sinais de embriaguez e com um revólver dentro do carro
O homem de 35 anos que foi detido após uma confusão em um rodeio no CTG Laço do Bom Vaqueiro, na noite do domingo, 3, conversou com o jornal O Município e disse que não tentou atropelar pessoas no evento. Ele passou uma noite na delegacia e responde na Justiça por dirigir embriagado e por posse ilegal de arma.
Ele conta que mora em Gaspar e que, antes do rodeio, foi até um sítio no município com a esposa, de 40 anos, para atirar com suas armas. Em certo momento, decidiram vir a Brusque, mas não passaram em casa para deixar o armamento.
O homem afirma que ficou embriagado durante o rodeio. No momento em que ambos decidiram ir embora, ele diz que um homem que estava em uma barraca o empurrou e começou a agredi-lo sem motivo.
“Eu não fiz nada, não falei nada e fui agredido. Como eu estava bêbado, caí e bati com o rosto. A minha mulher se desesperou e começaram a vir outros para me bater. Nessa hora a polícia já chegou. Nisso, eu peguei o carro para ir embora e caí em uma valeta”, conta.
Ele relata que, após o carro cair na vala, os policiais encontraram a arma dentro do veículo. Porém, o homem afirma que, em nenhum momento, fez menção de pegar a arma. Segundo a Polícia Militar, ele conduzia um Jeep Compass branco e quase atropelou pedestres no estacionamento do evento.
Sobre essa acusação, ele afirma que não havia pessoas próximas ao trajeto que o carro percorreu até cair na vala.
“Até o homem que me agrediu estava conversando com o policial, então eles tinham uma amizade. Apenas eu fui para a delegacia, os outros envolvidos não. No fim, só eu me ferrei”.
Outro ponto que ele esclarece é que chegou a ser espalhada a informação de que teria sido agredido pelo diretor do CTG. Durante a conversa, ele também desmentiu essa informação e afirmou que foi agredido por participantes do evento, e não pela organização.
“Chegaram a dizer que eu estava batendo na minha esposa e por isso me bateram, mas é mentira. Eu confesso que bebi, mas não fiz nada errado. Em nenhum momento puxei a arma e não sei por que fui agredido. Eu tinha apanhado, estava com o rosto arranhado, fiquei nervoso e errei o caminho de ir embora, por isso caí na vala”.
Ele afirma que passou uma noite na delegacia e foi liberado. O homem diz que responde em liberdade por dirigir embriagado e por porte ilegal de arma, e que já está com um advogado para representá-lo judicialmente.
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