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Três empresas de Brusque aparecem em ranking das 500 maiores do Sul

Ranking é realizado pela revista Amanhã

O levantamento da revista Amanhã divulgado na terça-feira, 17, listou as 500 maiores empresas da região Sul do Brasil, sendo três delas brusquenses. A Havan aparece na 34ª posição no ranking regional. Tratam-se de dados de 2022.

A premiação da 33ª edição do evento aconteceu na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre (RS). A cerimônia foi transmitida também pelo canal AmanhãTV, no YouTube.

Além da Havan, há também a ZM, que aparece na 226ª posição. A terceira empresa de Brusque no ranking é a Zen, que ocupa a 338ª posição. No ranking estadual, com as 100 maiores, a Havan aparece na 11ª posição e a ZM é a 67ª da lista.

A liderança do ranking 500 maiores do Sul pertence a Gaspar, vizinha a Brusque. A Bunge aparece no topo da lista. Ela é seguida por Sicredi, de Porto Alegre; BRF, de Concórdia (SC); Weg, de Jaraguá do Sul (SC); e Copel, de Curitiba (PR), que fecham a lista das cinco primeiras.

Brusquenses no ranking

A Havan, empresa de Luciano Hang, começou a atuar em Brusque em 1986. A varejista conta com diversas filiais espalhadas pelo Brasil. A ZM iniciou as atividades no ramo automotivo em 1983 e a Zen, do mesmo ramo, atua desde 1960.

A revista é um veículo de comunicação empresarial do Sul. O ranking é divulgado há 33 anos e ocorre em parceria com a PwC, que presta serviços de auditoria e asseguração, consultoria tributária e societária, consultoria de negócios e assessoria em transações.

Critérios

De acordo com a revista Amanhã, as informações que baseiam o ranking são extraídas dos balanços financeiros das empresas, publicações em jornal ou fornecidas por meios oficiais. Demonstrações contábeis de grupos e de empresas individuais são analisadas.

No ranking 500 maiores do Sul, o critério de classificação, conforme a revista, é o indicador Valor Ponderado de Grandeza (VPG). Já nos rankings estaduais, são quatro indicadores que comparam o desempenho das empresas.

“Foram utilizados os dados comparativos dos dois últimos exercícios constantes nos balanços de 2022, divulgados em 2023”, informa a revista. Os quatro indicadores são: VPG, receita líquida, patrimônio líquido e lucro ou prejuízo.


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