João Vítor Roberge

joao@omunicipio.com.br

Carlos Renaux e prefeitura agendam reunião sobre troca de gramado em outubro

Em 2019, PL aprovado na Câmara permitiu convênio para Secretaria de Obras atuar na retirada do gramado

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Carlos Renaux e prefeitura agendam reunião sobre troca de gramado em outubro

Em 2019, PL aprovado na Câmara permitiu convênio para Secretaria de Obras atuar na retirada do gramado

João Vítor Roberge

A reforma do estádio Augusto Bauer continua, e uma etapa fundamental é a retirada do gramado, com o deslocamento e a preparação para a instalação do campo sintético. Este trabalho pré-grama sintética é uma responsabilidade do dono da casa, o Carlos Renaux. É uma informação já veiculada em algumas oportunidades, desde junho, nas entrevistas de Alex Buschirolli, sócio-proprietário da BHM Têxtil, patrocinadora master do Renaux.

O tricolor tenta o apoio da Prefeitura de Brusque para fazer algo parecido com o que foi o Projeto de Lei 84/2019. A medida permitiu um termo de convênio que consistia na participação da Secretaria de Obras com serviços da troca do gramado do Augusto Bauer, em dezembro de 2019. Na apresentação do projeto de ampliação no último dia 14, vereadores e membros do Executivo municipal, informalmente, se mostraram favoráveis a ideia.

Uma reunião entre o clube e a prefeitura, que deverá ser o início oficial das conversas, está marcada para outubro. A diretoria do Renaux não tem tempo a perder e tenta antecipar este encontro.

A ideia é acelerar o ritmo da reforma assim que a temporada do Brusque acabar, o que deve acontecer no fim de semana de 21 e 22 de outubro. Pode ser uma semana antes, caso o Brusque faça o primeiro jogo da final da Série C no Gigantinho.

O Projeto de Lei Ordinária 84/2019 era de autoria do então prefeito, Jonas Paegle. A entrada na Câmara, em regime de urgência, data de 19 de novembro daquele ano. A aprovação foi dada na sessão do dia 26, e a sanção foi assinada em 2 de dezembro e os trabalhos de retirada do gramado iniciaram no dia 4.


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Décadas atrás, só o dialeto bergamasco era falado em Botuverá: “Nem sabíamos o que era o português”:


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