Chuva causa interrupção do fornecimento de energia elétrica em Brusque e região

População teve dificuldades em comunicar os casos à Celesc

Chuva causa interrupção do fornecimento de energia elétrica em Brusque e região

População teve dificuldades em comunicar os casos à Celesc

A chuva interrompeu o fornecimento de energia elétrica das Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) em pelo menos seis pontos na região durante a tarde de quinta-feira, 5 de dezembro. Parte do Centro de Brusque e dos bairros Limeira Alta e Tomás Coelho foram afetados. Em Guabiruba, moradores do bairro Guabiruba Sul ficaram sem energia. Em Botuverá, uma ocorrência foi registrada no bairro Lageado Alto.

“Em todos os casos, restabelecemos a energia rapidamente. Foram todos casos isolados”, explica Pedro Tridapalli, gerente da Celesc de Brusque. “Não encontramos o motivo, mas provavelmente foram galhos de árvores que encostaram na fiação, em decorrência da chuva. Mas nem por isso houve demora, no Centro foram cerca de 40 minutos para a luz voltar”.

O fornecimento foi interrompido em 210 mil unidades consumidoras no estado, cerca de 8% do total de unidades atendidas na área de concessão da empresa. Cerca de 30 alimentadores do sistema da Celesc – cerca de 10% da quantidade total de alimentadores no estado – apresentaram interrupções: 17 na região Oeste, 4 na região Sudeste e 33 no Norte e no Vale do Itajaí.

As regiões do Planalto, Serra, Oeste e Norte foram as mais atingidas, devido à concentração de descargas atmosféricas. Na região de Blumenau, 55 mil unidades ficaram sem luz. Em Rio do Sul e municípios próximos, 26,5 mil unidades foram afetadas. No entorno de Lages, 23 mil unidades residências tiveram o fornecimento interrompido.

A população teve dificuldades em comunicar os casos à Celesc. Em virtude do rompimento de um cabo da operadora Oi, no Paraná, o sistema de atendimento pela discagem 0800 foi prejudicado em toda a região Sul. O atendimento por Call Center e por SMS também ficou comprometido. “Como não estamos recebendo as notificações das pessoas, percorremos vários pontos para identificar os problemas, não havia outra forma de sermos avisados”, diz Tridapalli.


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