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Começo de julho em Brusque é um dos mais frios dos últimos seis anos

Médias térmicas obtidas até agora evidenciam um cenário pouco frequente nos últimos anos na cidade

O frio em julho de 2025 não está dando trégua em Brusque e, desde os primeiros dias do mês, vem impondo madrugadas geladas, além de amanheceres tomados pela neblina — elementos que têm marcado o cotidiano da cidade.

*Confira a galeria com as imagens aéreas no fim da edição


Até o momento, os oito primeiros dias do mês estão resultando em uma média de 13,8°C, valor que iguala a marca de 2019 e, portanto, coloca este início de julho entre os mais frios dos últimos seis anos.

Frio visto nas ruas


Ao longo desse atual período, o comportamento das temperaturas vem chamando atenção, não apenas nos dados, mas também nas ruas.

Em diversas manhãs, os termômetros recuaram para a casa dos 6°C, exigindo roupas reforçadas e acessórios como gorros e cachecóis, sobretudo para os deslocamentos externos.

Embora o sol tenha aparecido e até se destacado, as máximas ainda não vêm ultrapassando com folga a barreira dos 20°C, mantendo o clima ameno mesmo durante as tardes.

Tarde de terça-feira ensolarada então fotografada em Brusque/Foto: Ciro Groh/O Município

Fonte das informações


Todos esses números, pois, foram confirmados pela rede de estações meteorológicas de Ciro Groh, que monitora as condições climáticas do Vale do Itajaí-Mirim desde 1987.

A média parcial de 13,8°C, registrada neste início de julho em Brusque, representa, assim, um retorno a um padrão de inverno que não era sentido há seis anos no município.

Tarde de terça-feira ensolarada então fotografada em Brusque/Foto: Ciro Groh/O Município

Frio com neblina


Além das temperaturas baixas, outro fenômeno vem se repetindo com frequência: a formação de nevoeiros densos ao amanhecer.

Nesta terça-feira, 8, por exemplo, a cidade novamente despertou com visibilidade reduzida, cenário que vem se tornando recorrente ao longo dos últimos dias.

E é justamente acima dessa névoa, pois, que se revela uma das imagens mais impressionantes do inverno brusquense.

Com o auxílio de um drone, foi possível registrar paisagens aéreas que mostram a cidade coberta por um manto branco, com as montanhas emergindo como ilhas em meio ao que mais se assemelha a um oceano sereno.

As fotos aéreas, disponíveis no fim desta edição, revelam uma Brusque suspensa entre o céu e a terra, envolvida por uma névoa espessa, transformando o relevo e realçando a atmosfera gelada do inverno.

*Acompanhe, portanto, mais informações e imagens após os anúncios


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Comparativo de julhos

Antes da apresentação das imagens aéreas registradas por drone, a presente edição destaca um levantamento exclusivo com as médias térmicas registradas nos oito primeiros dias de julho ao longo dos últimos 13 anos.

A análise confirma o protagonismo de 2025, que empata com 2019 como o início de mês mais frio da série histórica considerada, com média de 13,8°C no período analisado.

Se o restante de julho então seguirá com esse mesmo comportamento, ainda é incerto.

Por ora, os sinais do frio já se fizeram notar — e deixaram sua assinatura neste inverno de 2025.

Médias de julho

*Oito primeiros dias >>


2025___13,8°C
2024___15,2°C
2023___18,0°C
2022___19,2°C
2021___15,7°C
2020___15,2°C
2019___13,8ºC
2018___18,2°C
2017___17,4°C
2016___17,7°C
2015___17,3ºC
2014___18,8°C
2013___18,5°C
2012___15,8°C

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Frio sobre a neblina

E, para encerrar esta pauta com chave de ouro, a edição apresenta agora as imagens aéreas prometidas.

Registros capturados por drone mostram Brusque encoberta por um denso nevoeiro, com a cidade surgindo entre as nuvens como ilhas em meio a um oceano branco.

Acompanhe a seguir as cenas então fotografadas no início da manhã desta terça-feira.

*Créditos: Ciro Groh/O Município >>




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