José Francisco dos Santos

Mestre e doutor em Filosofia pela PUC/SP, é professor na Faculdade São Luiz e Unifebe, em Brusque e Faculdade Sinergia, em Navegantes/SC e funcionário do TJSC, lotado no Forum de Itajaí/SC.

Educação criminosa

José Francisco dos Santos

Mestre e doutor em Filosofia pela PUC/SP, é professor na Faculdade São Luiz e Unifebe, em Brusque e Faculdade Sinergia, em Navegantes/SC e funcionário do TJSC, lotado no Forum de Itajaí/SC.

Educação criminosa

José Francisco dos Santos

A reunião do Grupo de Proteção da Infância e Adolescência (Grupia) realizada na quinta-feira, 9, teve a participação, por videoconferência, do procurador da República do Distrito Federal, Dr. Guilherme Schelb. O procurador é um combatente incansável dos direitos da criança e do adolescente, e uma das principais vozes que denunciam os abusos cometidos “oficialmente” contra elas no âmbito da Educação, com as bênçãos e as diretrizes do Ministério da (des)Educação. O procurador reforçou pontos que já eram do nosso conhecimento, mas trouxe muitas informações concretas acerca da ação criminosa dos ideólogos que se encalacraram na Educação brasileira, com o objetivo de destruir a família e os valores da sociedade, através do que chamam de “educação” sexual.

Relatou casos estarrecedores de condutas criminosas de professores em todo o Brasil e de materiais didáticos que afrontam não só o bom senso, mas também a Constituição Federal, o Código Penal, O Código Civil e o Estatuto da Criança e do Adolescente. Há casos de “trabalhos” escolares que consistem em incentivar crianças de 8 e 9 anos a beijarem na boca tanto meninos quanto meninas, e depois escreverem uma redação relatando a experiência, com a finalidade de combater a homofobia. Ainda, a manipulação dos órgãos genitais das crianças, o incentivo à masturbação e até práticas homossexuais “supervisionadas” nos banheiros das escolas, com o objetivo “pedagógico” de combater o machismo. Tais atividades, seguindo as orientações do MEC, devem ficar apenas entre o “educador” e as crianças, porque seus pais “não entendem essas coisas”. O procurador estarreceu os participantes da assembleia do Grupia ao ler um trecho de um livro didático para crianças, da disciplina de literatura, que consistia num conto erótico que descrevia um estupro, cheio de palavras chulas e violência.

É assim que funciona a lógica da “ideologia de gênero” e da revolução sexual. Seu alvo são as crianças. Depois que as desorientam e criam o caos, afirmam que essa desorientação é a regra natural. É hora de os cidadãos de bem darem um imenso berro de “basta!”. Esses pretensos educadores estão cometendo crimes, com penas previstas de até 10 anos de prisão, por estupro de vulnerável. Aproveitam-se da fragilidade intelectual e psicológica da criança para desencaminhá-la permanentemente, debilitando as famílias, criando o caos e abrindo espaço para suas revoluções políticas.

Como o lema do Grupia é “das palavras para a ação”, a palestra nos deixou muitos indicativos de como agir. Não é mais o caso de fazer reclamações de cunho moral ou religioso. Trata-se de enquadrar esses criminosos de acordo com a lei. Então, mais do que nunca, é preciso que os pais que estejam realmente preocupados com a educação de seus filhos, fiquem atentos a essas tais aulas e atividades de “educação sexual”, interroguem as crianças, e, ao menor indício de práticas desse tipo, façam um boletim de ocorrência, acionem o Ministério Público, se necessário, ocupem as escolas.

Não podemos mais permitir que uma minoria de energúmenos continue destruindo nossa Educação, nossas crianças, nossas famílias. Quando um idiota desse for condenado criminalmente, ou tiver que pagar indenização por danos morais a uma família, talvez eles percebam que não somos tolos. Se puderem, acessem o blog do procurador: infanciaefamilia.com.br.

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