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Evolução do Brusque é insuficiente para tirar o time do Z-4; há dois confrontos diretos no caminho

Quadricolor não perde há cinco jogos, mas falhou nas oportunidades que teve para respirar na tabela

Evolução do Brusque é insuficiente para tirar o time do Z-4; há dois confrontos diretos no caminho

Quadricolor não perde há cinco jogos, mas falhou nas oportunidades que teve para respirar na tabela

João Vítor Roberge

O Brusque não perde há cinco jogos, desde que a bicicleta de Jô sacramentou os 2 a 1 do Amazonas no estádio Carlos Zamith, em 8 de junho. Contudo, o Brusque não vence há quatro jogos, desde o último dia 16, quando Serrato marcou o gol do 1 a 0 sobre o Ceará. Deste então, quatro são empates consecutivos e um momento ambíguo.

Pelo lado bom e otimista, que bom que o Brusque parece um time mais acertado. Aquela sequência do início da Série B, que culminou na demissão de Luizinho Lopes, era terrível. Até os primeiros jogos de Luizinho Vieira, estava em campo um time desorganizado, frágil na defesa e nulo no ataque. Não parecia haver perspectiva alguma. Portanto, ver o quadricolor pontuando em sequência pode trazer uma sensação de “poderia ser muito pior”. Dá para ver a entrega, dá para ver a defesa mais segura, Um sentimento de que é possível evitar o rebaixamento.

Por outro lado, as melhorias são insuficientes. O Brusque já teve algumas boas chances de sair do Z-4, ao menos momentaneamente, e não conseguiu. Muito porque a nulidade no ataque permanece. É necessário ser justo e reconhecer que, diferente de antes, agora o time consegue criar oportunidades, controlar melhor um momento do jogo, consegue chegar em condição de finalização. O problema principal é colocar a bola na rede.

O resultado desta falta de qualidade se vê na classificação de momento da Série B. Já não dá mais para vislumbrar nenhuma saída da zona de rebaixamento na próxima rodada. E nos próximos dois jogos, o quadricolor visita a Chapecoense (que acabou de vencer o Goiás em Goiânia) e o Botafogo-SP. Confrontos diretos, duríssimos, e longe de Itajaí, para fazer o que não foi capaz de fazer em alguns empates recentes, quando tinha tudo para vencer.

Ver para crer

O Carlos Renaux não vai conseguir inaugurar o Augusto Bauer nesta quinta-feira, 11, como pretendia, porque ainda há trâmites burocráticos como vistorias e laudos a serem resolvidos. A ideia é estrear o estádio no dia 18. O primeiro jogo do Brusque no Gigantinho deve ser realizado no dia 24, contra o Paysandu.

Tomara que a previsão se concretize. Ainda há muitos trabalhos de finalização em andamento, e a chuva dos últimos dias só atrapalha. O estádio será muito importante na sequência dos dois clubes, que precisam voltar para casa o mais rápido possível. Mas, por conta dos detalhes a serem acertados nas obras e nas documentações, não seria surpresa as estreias passarem por mais adiamentos.

Desrespeito com o torcedor

Duas partidas do Brusque tiveram suas transmissões canceladas num intervalo de quatro dias. Em 1º de julho, o jogo com o CRB seria transmitido pelo canal Goat no YouTube, mas a live agendada foi deletada sem aviso prévio.

Na sexta-feira, 5, isto se repetiu. A transmissão de Brusque x Ponte Preta deveria ter iniciado às 20h40. Às 20h50, comentários no chat já reclamavam que nada havia começado. Poucos minutos depois, a live, ainda agendada, foi excluída. O jogo começou às 21h.

Nestes dois casos, as partidas tiveram transmissão apenas do Premiere e da TV Brasil. A própria tabela da CBF previa a transmissão do Goat.

E no momento em que a coluna é escrita, não há mais nenhum jogo do Brasileiro Série B agendado no canal Goat. Algo grave deve ter acontecido, mas nas “bios” das redes sociais, a Série B ainda é citada como um campeonato à disposição.

O fato de as transmissões terem sido canceladas já são um problema. Mas pior que isso é a ausência de qualquer explicação. Não há nada sobre o assunto em colunas especializadas, não há nenhuma nota oficial. E, até agora, não há nenhum sinal de que alguém vai se importar em explicar.


Assista agora mesmo!

“Jogo da mentira” trazido da Itália, brìscola é praticada em Botuverá há quase 150 anos:


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