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Tríplice coroa: zagueiro Lang encerra temporada com títulos do amador em Brusque, Guabiruba e Botuverá

Aos 37 anos, empresário admite que rotina para disputar tantos torneios é pesada, mas gratificante

O zagueiro Daniel Lang, consolidado no cenário do futebol amador da região, viveu um 2025 especial. Ele finalizou a temporada com a “tríplice coroa”, vencendo os títulos em Brusque, com a Abresc, em julho, em Botuverá, com o Figueira, e em Guabiruba, com o São Pedro, ambos em novembro.

Além disso, ele ainda foi vice-campeão com o Ribanceira, no campeonato em São João Batista.

Cada cidade tem um critério diferente para que o jogador possa atuar em seu campeonato. Lang é morador de Guabiruba, nasceu e foi criado no São Pedro, em Brusque, e já trabalhou em Botuverá, onde joga há alguns anos, o que o qualifica para disputar o campeonato.

Rotina de jogos


Quando criança, ele chegou a participar das escolinhas de futebol do Brusque, mas o sonho de se tornar profissional acabou ficando para trás pelos obstáculos que a vida colocou. Mas ele não se afastou dos gramados.

Geralmente, Lang joga dois ou três campeonatos no primeiro semestre e mais dois ou três no segundo. “Ano passado, joguei em Criciúma, Jaraguá do Sul e Pomerode, mas agora estou dosando um pouco. Graças a Deus, não tive lesões. Senti algumas dores por causa de trombadas, precisei de um pouco de fisioterapia, mas me cuidei e dei conta do recado. Não tenho mais 20 anos”, brinca.

Zagueiro fez um dos gols da final do Amador de Guabiruba, entre São Pedro e Olaria | Foto: Bruno da Silva/Arquivo O Município

Lang conta que o mais difícil da rotina é conciliar todas as competições, mas é algo que o faz feliz.

“Sempre tive muitos convites, jogo muitos campeonatos há muitos anos e isto vai abrindo portas. Hoje, tenho meu nome consolidado na posição e consigo jogar vários campeonatos devido à minha trajetória”.

Durante a semana, ele se dedica ao trabalho na construção civil – ele tem uma empresa de construção e reformas. Já nos fins de semana, o foco total é nas competições.

“Não é muito fácil de se adaptar, é bem cansativo, mas bem satisfatório. Estar com os amigos e ter saúde vale a pena. O cansaço nem passa perto”.

Amuleto


Lang é pai solteiro e tem uma filha, Caroline, de 7 anos, que o acompanha em grande parte dos jogos e também segue seus passos no esporte – ela já até ganhou sua primeira medalha neste ano, na ginástica.

Caroline e Lang celebrando o título do Figueira, de Botuverá | Foto: Arquivo pessoal

Para Lang, 2025 foi um ano extremamente vitorioso e de muito aprendizado. Com 38 anos completados nesta quarta-feira, 17, as conquistas lhe dão impulso para o próximo ano.

“Agradeço a Deus pela minha saúde e o dom. Não é fácil, ganhar para mim é uma superação. E minha filha é o meu amuleto. Ela que me impulsiona para as vitórias. Para mim, é muito gratificante”.


Assista agora mesmo!


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