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Implantação de quatro ambulatórios nos bairros de Brusque é adiada

Medida foi anunciada há cerca de um ano, como forma de reduzir demanda por atendimentos no Centro

Implantação de quatro ambulatórios nos bairros de Brusque é adiada

Medida foi anunciada há cerca de um ano, como forma de reduzir demanda por atendimentos no Centro

A proposta de criação de pronto atendimentos voltados às demandas dos bairros segue nos planos da Secretaria de Saúde. A regionalização dos atendimentos foi anunciada há cerca de um ano, mas ainda não foi implantada em nenhum dos locais atendidos.

Na época, a proposta previa a criação de unidades de referência para quatro macrorregiões da cidade. Além do Centro, moradores dos bairros Águas Claras, Santa Terezinha e Dom Joaquim ganhariam este atendimento dedicado. Neles, casos de emergências, urgências e os considerados de baixíssima complexidade, seriam priorizados sem a necessidade de agendamento.

O secretário de Saúde, Humberto Fornari, reconhece o atraso na implantação da proposta. Segundo ele, a intenção era ter tirado o projeto do papel ainda em 2017. Ele atribui a demora ao panorama econômico nacional e a limitação na capacidade de investimentos dos municípios.

Mesmo com o cenário, ele espera colocar os ambulatórios em funcionamento ainda neste ano. Para isso, destaca, será preciso contar com a finalização de alguns projetos que dependem de recursos da União e sucesso em negociações locais.

Pela projeção de Fornari, assim que haja um equilíbrio nos cofres municipais, será possível colocar o projeto em prática, priorizando as ações com um custo mais reduzido. “A ideia dos ambulatórios persiste, mas hoje está em stand by, enquanto esperamos uma mudança de panorama”.

UPA como alternativa
O principal apelo dos ambulatórios, segundo o secretário, é pela descentralização dos atendimentos médicos. A partir de sua implantação, estima ser possível reduzir de 5 mil para 3,5 mil a média de atendimentos mensais feitos no Hospital Azambuja. Além dele, o município conta com os serviços prestados na Policlínica, no Centro.

O primeiro ponto a receber o serviço ambulatorial seria o Santa Terezinha. Ele seria adaptado na estrutura prevista para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). O local ainda não está disponível para uso e passa por um levantamento de demandas pelo Departamento Geral de Infraestrutura (DGI).

Além do estudo, ele precisa da liberação de recursos federais para ser finalizado. A expectativa do secretário é conseguir a liberação e finalização do espaço ainda neste ano. Por ora, o espaço segue vinculado ao Ministério da Saúde até o término das obras.

Além do acompanhamento à obra da UPA, Fornari precisará negociar adaptações nos serviços do Hospital Dom Joaquim. Hoje, ele opera com um fluxo de trabalho limitado, mas a intenção do secretário é conseguir uma extensão do horário de atendimento, semelhante ao que ocorre na Policlínica e no Hospital Azambuja.

Segundo momento
Paralelo às implantações dos dois ambulatórios, previstos ainda para este ano, Fornari espera conseguir viabilizar a criação de um serviço semelhante para o bairro Águas Claras. Ele seria o ponto de maior exigência financeira, por não contar com nenhuma estrutura pronta para ser aproveitada. De acordo com Fornari, a proposta ficaria para uma segunda etapa de execução devido aos custos envolvidos.

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