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Guarda-corpos da Primeiro de Maio, em Brusque, preocupam moradores da região e população que transita pelo trecho

Estrutura aparenta danos ao longo da via

Moradores do bairro Primeiro de Maio e a população que diariamente utiliza da avenida que conecta diversos bairros ao Centro de Brusque relataram ao jornal O Município preocupação com as condições das calçadas e dos guarda-corpos ao longo do trecho em obras.

Os guarda-corpos ficam no lado direito da via no sentido Centro–Bairro. Com a meia pista interditada por causa das obras, motoristas têm trafegado sobre as calçadas, o que provoca impactos que comprometem a estrutura.

“É um tumulto muito grande aqui na frente. Às vezes passam carros, bicicletas e até pessoas tudo junto, no mesmo espaço. A gente fica preocupado se acontecer algum acidente mais sério”, disse um morador da região, que preferiu não se identificar.

Apesar das dificuldades, moradores reconhecem a importância das obras. “Nós estamos muito contentes, porque é algo que vai ajudar bastante, principalmente para evitar as enchentes quando chove forte. Mas também precisamos ter segurança para andar por aqui”, completou o morador.

O proprietário de um comércio local relatou que alguns clientes deixaram de frequentar o estabelecimento para evitar caminhar pela área. Segundo ele, muitos preferem ligar e solicitar o serviço em casa, por medo de transitar sem a proteção adequada.

Ao longo do trajeto, é possível observar os guarda-corpos, que são guiados por uma barra de ferro ao longo da via, se desprendendo da base da calçada, danificados ou com partes faltando.

Mariana Beuting/O Município

O comerciante também demonstrou gratidão pela obra, destacando sua necessidade para a região, mas reforçou a preocupação com pedestres e ciclistas que passam diariamente pelo local.

Outro ponto levantado pelos moradores é a poeira causada pelo fluxo de veículos nas pistas. “Eu preciso lavar minhas roupas de cama praticamente todos os dias. Parece que não, mas essa poeira entra em casa, e só a gente vê como suja”, relatou uma moradora idosa. “Nos horários de maior movimento nem conseguimos ficar aqui fora por causa disso”.

A preocupação também alcança estabelecimentos alimentícios, como mercados e restaurantes, que funcionam com portas abertas e ficam mais expostos à poeira e sujeira trazidas pelos veículos.

Todos os moradores ouvidos pela reportagem afirmaram que desejam a presença de um caminhão-pipa “pelo menos duas vezes ao dia”, segundo um deles, para reduzir a poeira que tem causado transtornos durante as obras.

Segundo a Prefeitura de Brusque, a administração já está ciente da situação dos guarda-corpos. O município informou que notificou a empresa responsável pela obra para que averigue as possíveis irregularidades e tome as devidas providências.

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