Dica do Sebrae da semana
Se você tem um dinheiro sobrando, segue uma baita dica do Sebrae (Serviço Brusquense de Apoio ao Empreendedor): nossos técnicos identificaram um potencial econômico gigantesco aqui na nossa cidade. O empresário que estiver super a fim de ganhar um bom dinheiro extra poderia oferecer o serviço de ferry-boat, semelhante ao que liga Itajaí e Navegantes, para o trajeto Ponte do Maluche até os fundos do bairro Guarani. O embarque do traslado seria próximo a ponte e o desembarque seria perto da adutora do Samae, fundos do nosso querido Clube Guarani. Detalhe: o translado pode ser ida e frida! Certamente, quem estiver disposto a desenvolver esse tipo de serviço vai ganhar rios de dinheiro (sem trocadilho)! Nossos técnicos estão à disposição para mais informações.
Pão delivery
Um outro serviço que poderia ser oferecido na fila que se estende rumo ao bairro Guarani e adjacências seria o delivery de pão. Sim, porque o tempo que a pessoa perderia indo até o mercado ou padaria para comprar o seu pão ao final do dia, poderia ser gasto na fila do trânsito e recuperado com a ajuda de um sistema de venda de pão de porta em porta. Sim, um delivery de pão na fila. Poderia até agregar outros produtos como leite, café, cuca, massinha, produtos de estufa (coxinha, pastel, bolinho de carne). Enfim, mais um comércio de enorme potencial em um local de alta demanda e inexplorado!
Dia da Pizza
Ontem foi comemorado o Dia da Pizza, esse alimento que vai bem no jantar, no almoço e até no café da manhã, mas aí tem que ser fria, né! Lembrei que no começo da década de 90 não existia rodízio de pizza em Brusque (só a la carte!) e o mais importante, também não existia nada desse negócio de culto ao corpo, como é hoje em dia. Carboidratos de baixa qualidade com coca-cola de verdade eram a coqueluche do momento entre os “jovens”! Aos domingos tinha uma turma aqui da cidade que esperava passar a entrada do cinema no Cine Cracher, embarcava nos carros e se bandeava até Blumenau, onde tinha um rodízio de pizza que ficava ali na Rua São Paulo. Antes de ir, todo mundo se pesava na Farmácia Lindóia, depois explico. Chegando lá parecia aquelas imagens do pessoal distribuindo arroz na Etiópia, era quem mais podia! A correria era tão grande dentro do estabelecimento que volta e meia algum garçom se esbarrava. Era a turma chegar que o dono já se arrepiava “lá vem os colonos de Brusque, fud....”. Eu vi, ninguém me contou, gente comendo mais de trinta pedaços numa pegada dessas, e nada de deixar a borda de lado, ia tudo pro pau! Detalhe importante: nessa época haviam poucos “sabores” de pizza: calabresa, portuguesa, frango com catupiry, quatro queijos, alho e óleo, napolitana, marguerita, milho e olhe lá. Pizza doce então, nem existia! Sobremesa era um sonho de valsa! Na volta todo mundo parava na Lindóia de novo para se pesar e esperar a saída do cinema... tinha gente que ganhava dois quilos de peso nessa brincadeira. Era igual fazer o Ironman, só que ao contrário! Tempo bom, hoje o cara não consegue comer nem dez pedaços que já está cheio! Triste!
Cada um, cada um
Essa semana no whatsapp rolou aquele caso do comerciante de Gaspar, que teve seu nome e o nome do seu estabelecimento, ligados a um partido político, o que deu uma grande repercussão aqui na região. Olha, cada um sabe o que faz da sua vida, não é mesmo, mas já comentei outras vezes aqui que eu não vou deixar de ir almoçar num lugar só porque o dono diverge da minha opinião política. A não ser que você entre no estabelecimento do cara e tenha lá um monte de bandeiras do partido que ele gosta, funcionários vestidos com a propaganda do partido, que o proprietário do local fique falando de política com você, etc. Agora se a comida é boa, o atendimento é bom, o lugar é bom, eu não vejo nenhum motivo para não frequentar. Mas esse é o meu pensamento, eu penso dessa maneira, cada um sabe do seu e isso se chama livre arbítrio. Isso vale para a música também, desde que o artista vá ao palco para expor a sua arte e não as suas convicções políticas, pra mim está tudo certo, até porque nós vamos lá para ouvir música e não abobrinha. Está na hora de nós sermos menos aguerridos nessas questões e mais aguerridos em outras muito mais importantes! Enquanto ficamos aqui na parte de baixo da tabela, travando essa guerra entre nós, lá em cima eles estão todos unidos, rindo da nossa cara, para continuar aumentando cada vez mais a mamata entre eles mesmos, pensem bem nisso!
Gente invejosa
Outra coisa que repercutiu bastante essa semana foi a foto da família Justus, onde aparece o Roberto Justus, sua esposa Ana Paula e a sua filha. Na foto todos estão de azul e mãe e filha, estão com bolsas similares. Na internet tiveram alguns comentários que ultrapassaram o normal, gente pedindo até guilhotina para a família, por causa de uma simples foto, isso porque viram que a bolsa da criança custava 14 mil reais. Se expor hoje é muito problemático, mas o que são 14 mil reais para um empresário cola cheia master turbo of the world como o Roberto Justus? Troco de cachaça, né! Mas nesse caso como tudo era muito azul na foto, desde os olhos dos três, as roupas, as contas bancárias, etc... a turma do contra infelizmente não está preparada para um negócio tão monocromático, digamos assim. Que sejam todos devidamente processados...
Laranjito se “queimô-se”
E o Trump, que está cada vez mais parecido com um picolé de tangerina e resolveu, do nada, meter 50% de taxa em cima do Brasil? É pra acabar! E nós todos achando que o Haddad é que gostava de imposto, como somos ingênuos! O Haddad é o Auckland City jogando contra o Bayern de Munique perto do Trump! E o que nós podemos fazer para reverter isso? Torcer pra ele chegar ali pelo dia 30 de julho e dizer que era brincadeirinha, senão lascou!
Complicado
A cantora Anitta revelou essa semana que após algumas mínimas e imperceptíveis intervenções em sua lataria, teve que refazer todo o reconhecimento facial dos seus eletrônicos e até da sua casa, porque não funcionavam mais. Nenhum dispositivo eletrônico facial reconhecia mais o seu rosto. Isso é raro, mas acontece muito! Um amigo meu tomou vinte e três cubas uma vez e quando chegou pra entrar no prédio em Balneário Perequê o “facial” também não o reconheceu. Já pensasse? Essas coisas ainda não evoluíram tanto assim! Só os humanos conseguem reconhecer... e de longe!
Puxando o Saco
O “Puxando o Saco” dessa semana vai pro Zezé Walendowsky, Fabrício Zen (Bito), Marlon Sassi, Glauco Orthman (Pancho), vereador Rick Zanata, Augusto Schlindwein, Gustavo Rieg, Jaison Knoblauch, Álvaro Walendowsky, Roberto Prudêncio, Roberto de Pinho, André Alves, DJ Marcel Coelho, Ademir José Jorge, Dr Eder Gonçalves, Keko Ulrich, Fábio Todt, Rui Ghislandi, Bruno Zaninotto, Robson Servi, Felippe Peixer, Ruan Beuting, Guilherme Dunca, Vilson Quaiato, Claudinei Vechini, Márcio Bernardo, Eduardo Decker, Valdeci Barni (Tobata), Rubens Ricardo Kormann, Urbano Bluning, meus tios Sílvia Faria Vieira (Vina) e Geraldo Faria (Laudu), os trigêmeos Bruno, Matheus e Beatriz Zen Schlindwein e pro nosso patrocinador Diego Bruns do Açougue Bruns. Hoje também estamos recebendo um novo patrocinador, nosso amigo Ivan Carlos de Oliveira, do Gelo Pedra D’Àgua! Agora já temos o chopp, o gelo, a cachaça, a carne e o lanche, não falta mais nada, a festa está completa aqui no Papo de Bar! Já o “Puxando o Saco Patronal” vai pra minha esposa Roberta Lauritzen que está de aniversário na quarta. Fiquem todos com Deus e bom final de semana
Sabedoria Butecular
“A verdade do universo é a prestação que vai vencer.” – Raul Seixas, na sua música “Eu também vou reclamar”