Governo Lula analisa medidas contra lei que proíbe cotas raciais em universidades públicas de SC
Cotas raciais
Através da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, o governo Lula se manifestou sobre o projeto de lei catarinense – que ainda depende da sanção do governador Jorginho Mello para virar lei – que proíbe a adoção de cotas raciais para o ingresso em universidades públicas de SC. O ministério analisa medidas cabíveis para “impedir o retrocesso” que pode ser gerado pela eventual lei. Anielle acusou os deputados catarinenses de quererem “passar por cima da Constituição”.
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Na mesma sessão da Alesc em que se proibiu as cotas, foram aprovados também projetos de lei obrigando exame toxicológico para candidatos a ingressar nas universidades públicas estaduais, a instalação de câmeras de monitoramento em salas de aula de ensino médio das redes pública e privada, e “prática de doutrinação política e ideológica” nas escolas estaduais.
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No caso do exame toxicológico o aluno deverá apresentar laudo, com janela de detecção de 180 dias, no momento da apresentação dos documentos para a matrícula, que ficaria condicionada ao resultado negativo. Prevê ainda que as instituições implementem programas de prevenção ao uso de drogas ilícitas em todo o campus.
Boom imobiliário
O boom imobiliário no litoral de SC, de Florianópolis para o norte, continua ilimitado em investimentos. A novidade é a entrada de Porto Belo no mapa, como é o lançamento do Lagom Perequê, das empresas GT Home e ABC Empreendimentos, de R$ 2.5 bilhões, com quatro torres de apartamentos numa área de 120 mil m² dentro do Parque Natural Municipal da Lagoa do Perequê, na praia homônima.
Desesperança
Este espaço, veterano que é em muitas coisas, especialmente na política, se depara, não raro, com um dilema sobre o quem mais influi, hoje, para a desesperança nacional, sentida por dezenas de milhões de brasileiros (e, com imensa tristeza, muitos jovens entre eles) que ainda se acham do lado do bem: se é o Congresso, o Judiciário “supremo” ou o Executivo. Sem esperança é o fim.
Personagem
Primeira mulher a conduzir o Ministério Público de SC em seus 130 anos de história, a procuradora Vanessa Wendhausen Cavallazzi é uma das homenageadas no livro “Mulheres do Ministério Público: trajetórias que inspiram”, lançada sexta-feira pelo Conselho Nacional do Ministério Público, em Brasília. Na obra, ela é relatada por ter uma “trajetória marcada pela defesa do estado democrático de Direito, pela promoção da justiça social e pela busca de uma gestão pública inovadora, plural e comprometida com os direitos fundamentais”.
Inclusão e transformação
SC registra 7.765 pessoas privadas de liberdade inscritas para o Enem, número que reflete o trabalho dedicado das equipes pedagógicas e gestoras das unidades prisionais, que ano após ano mobilizam, orientam e garantem condições para que cada participante tenha acesso à prova. A aplicação das provas será amanhã e quarta-feira.
Ideologização
Prestes a sair do PL e ir para o Novo de SC, a deputada federal Caroline de Toni está metida em nova polêmica. Acusa o aplicativo de idiomas Duolingo de expor crianças a exercícios que abordam temas relacionados à pauta LGBT, questões de identidade de gênero e relacionamentos afetivos adultos. Em vídeo, cita exercício de tradução para o inglês na frase "Meu irmão é gay. Nós vamos conhecer o namorado dele hoje". Dispensável, não? O aplicativo respondeu que seu intuito é ensinar linguagem do dia a dia, incluindo frases sobre família e relacionamentos. Hum....
Sabujice 1
Totalmente dispensável a bajulação de um grupo de cientistas que deram o nome de “lulai”, em homenagem ao presidente Lula, a uma nova espécie de sapo, do tamanho de uma moeda, encontrado em uma área restrita de mata nublada na Serra do Quiriri, nas proximidades de Joinville. O animal já nasce sapo (nunca é girino), só existe no Brasil e, ironia com realidade, tem número reduzido de dedos.
Sabujice 2
Em todo caso, o presidente tem sido associado à família dos anfíbios ao longo do tempo. O memorável ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, Leonel Brizola, em troca de farpas com ele no primeiro turno da eleição presidencial de 1989, o qualificou como “sapo barbudo”.