Magali Zen: dicas para não passar aperto durante as horas de viagem no avião
Primeiramente, quero desejar um maravilhoso ano novo! Hoje é a primeira coluna que escrevo em viagem, então já estou começando o ano do jeitinho que gosto, viajando e compartilhando minhas experiências, viagens, histórias. E para começar resolvi dar algumas dicas que utilizei e utilizo para facilitar as experiências de conhecer esse mundo.
Vamos juntos trocar experiências, conhecimentos e histórias ao longo desse novo ano, que tenho certeza que será recheado de novidades, descobertas, aprendizados e espero que de muitas viagens, para longe e para perto, para fora, mas muito mais para dentro de nós mesmos, que possamos nos descobrir mais e mais, e ser cada vez mais felizes na nossa jornada.
Kit energia: aqui vai super dica. Sem bateria no celular não dá, né? Levo uma extensão de 2 metros com uma régua na ponta. Que? Para que isso? Explico: às vezes não há tomadas suficientes para todos carregarem o celular, ou ela fica longe de uma cadeira, ou o seu cabo do celular é curtinho e você tem que deixar ele lá longe sozinho e ficar com medo de alguém pegar. Com a extensão isso não acontece, e ainda você acaba fazendo amizades com pessoas que vem pedir para usar espaço na sua régua. Tá, você pode também simplesmente levar uma bateria externa para carregar o celular, porém, para o notebook, a opção da extensão é ainda a melhor – e a extensão ainda serve pra usar no hotel, que muitas vezes a tomada está longe da cama, ou há poucas tomadas no quarto.
Kit mala extraviada: esse item é muito importante. Levo sempre uma muda de roupa caso minha mala seja extraviada, ou suje a roupa. Uma vez em um voo a aeromoça derrubou suco de laranja – ainda bem que tinha outra blusa, senão, além de suja, ficaria com cheiro e melada. É importante também colocar ali seus itens mais queridos, como no caso de mulher, a bolsa linda nova que de jeito nenhum pode ser extraviada. Outro exemplo: quando fui para um casamento na Califórnia levei meu vestido de madrinha na mala de mão, porque, como o modelo era o mesmo para todas as madrinhas, não seria legal comprar outro caso tivesse sido extraviada a mala.
“As pessoas não fazem viagens. São as viagens que fazem as pessoas” John Steinbeck