Passarela vira ponto para a prática de pêndulo

Atividade radical promovida pela equipe do Zoobotânico reúne diversas pessoas na tarde de sábado, 25

Passarela vira ponto para a prática de pêndulo

Atividade radical promovida pela equipe do Zoobotânico reúne diversas pessoas na tarde de sábado, 25

A tarde de sábado, 25, foi recheada de aventura na passarela do Terminal Urbano, no Centro de Brusque. A equipe do Parque Zoobotânico promoveu uma radical atividade de montanhismo, o pêndulo. Não demorou muito, pessoas que passavam pelo local entraram na brincadeira e participaram da aventura.

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Fernando Formento, de 24 anos, mesmo não conhecendo o esporte, decidiu se arriscar. “Nunca fiz esse tipo de atividade, mas vou fazer pra ver como é”, revela. Depois da queda, ele explica que sentiu uma sensação de liberdade. “É muito bom, não tem nem como descrever, você se sente livre. Depois do susto, a gente se sente aliviado e feliz por ter experimentado isso”, completa.

Diferente de Fernando, o estudante de educação física, João Rafael Dias, de 21 anos, participou do pêndulo pela terceira vez. “Agora é bem mais tranquilo, mas sempre dá aquele friozinho na barriga, mas depois você relaxa e aproveita a aventura”, explica.

Edilaine Machado, de 20 anos, que passava pela Passarela acompanhada de uma amiga, observou o movimento e também decidiu participar do esporte. “Eu sempre gostei de pular de cachoeira, mas nunca fiz nada parecido com isso, espero que seja legal”, diz a jovem. Depois de 20 minutos, ela confirma animada: “É muito bom, eu até queria ir de novo”.

E nem o Papai Noel escapou da brincadeira. O diretor da equipe de Esportes de Aventura do Parque Zoobotânico, Rodrigo Fischer Silveira de Souza, se vestiu de Papai Noel e pulou de uma altura de nove metros para registrar a campanha de natal do parque.

Conhecido também como rope swing ou rope jump, no pêndulo o praticante pula da estrutura alta, como pontes e passarelas, por exemplo, e depois de cair em queda livre balança de um lado para o outro até parar, fazendo um movimento semelhante a um balanço.

“Esse esporte é diferente do bungee jumping, que você salta com uma corda elástica amarrado aos tornozelos ou a cintura. Nesse esporte é necessário um equipamento diferente para realizar o movimento de um pêndulo, como o próprio nome já diz”, explica Rodrigo.

Essa é a segunda vez que o Parque promove a atividade na Passarela do terminal Urbano, sendo que a primeira foi realizada entre setembro e outubro de 2013. Para participar da atividade, era necessário ter mais de 14 anos e até 90 quilos. Foram utilizados equipamentos próprios para atividades verticais, como fitas tubulares, cordas elásticas e utensílios de segurança.

Paulo Bohn Junior, coordenador da equipe, destaca que é possível fazer esse esporte em qualquer estrutura alta, desde que não hajam pilares de sustentação no meio da ponte. “A ponte que temos aqui do lado (ponte Artur Schlösser), não é possível fazer o pêndulo. Mas se houvesse uma base para dar a sustentação às cordas de resgate, poderíamos fazer inclusive na ponte estaiada (Irineu Bornhausen)”, explica.

Outras atividades radicais

Quem é apaixonado por aventura pode conferir outras atividades oferecidas pelo Parque Zoobotânico. Todos os fins de semana, a equipe de Esporte de Aventura oferece a prática do rapel e escalada, que pode ser praticado em um muro de 10 metros de altura, e o slackline, que consiste em posicionar uma fita elástica esticada entre dois pontos fixos, que permite ao praticante andar e fazer manobras por cima.

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