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Santa Catarina cogita replicar modelo de escolas cívico-militares do Paraná

Fila de espera

O governador Jorginho Mello está esticando o olho sobre o sucesso das escolas cívico-militares no Paraná, que têm fila de espera de 11 mil alunos. Um dos principais motivos para tanta demanda no vizinho Estado, que já tem 300 escolas no modelo, e que provavelmente se replica por aqui (faltam estudos para avaliação mais confiável) é que os pais procuram alguém que faça a disciplina dos filhos.

SC na pauta

Está na pauta dos primeiros julgamentos do Ano Judiciário 2026 no Supremo Tribunal Federal se o processamento e julgamento de crimes contra espécies da Lista Nacional de Espécies Ameaçadas de Extinção compete à Justiça Federal. A decisão terá repercussão geral para todo o país. O STF determinou a suspensão de todos os processos penais sobre o tema até o julgamento final. A controvérsia, levada pelo Ministério Público de SC, questiona se a mera inclusão em lista nacional justifica o interesse da União no caso.

Brasis

A pesquisa Genial/Quaest divulgada anteontem sobre a avaliação do desempenho do governo Lula, revela duas situações quase que completamente opostas: enquanto 64% dos catarinenses, gaúchos e paranaenses o desaprovam (32% aprovam), no Nordeste é o inverso: 67% aprovam e 30 não.

Cidades caras 1

Saiu ontem o Índice FipeZAP, calculado pela Fipe, que acompanha o preço médio de aluguel de imóveis em 36 cidades brasileiras, incluindo as capitais. Subiu 9,44% em 2025, quase o dobro da inflação, de 4,26%. Com os dados foi possível montar o ranking nacional onde o aluguel mais subiu no ano passado. A liderança é de Teresina, com 21,81%. A surpresa é Florianópolis, em 17º entre as capitais, com 9,35%. Manaus ficou na outra ponta, com 1,06%.

Cidades caras 2

O mesmo índice apurou onde o aluguel mais subiu, liderado por Campinas (SP) com 19,22%. De SC está Joinville, em 8º. E onde menos subiu, com presença de São José (-3,10%), na região metropolitana de Florianópolis.

Gerando empregos

O Sebrae/SC divulgou um levantamento mostrando que as microempresas foram as responsáveis pela maior parte dos empregos gerados no Estado de janeiro a novembro de 2025, com 60,5% do total. Depois vem as médias e grandes, com 28,2%. O governo (5,9%) e as empresas de pequeno porte, organizações sem fins lucrativos e outros (5,4%), seguem representando uma porcentagem menos significativa. Resumindo: as microempresas têm um papel essencial na economia catarinense.

Cuidados com os olhos

Com a intensificação do sol durante o verão, o presidente da Sociedade Catarinense de Oftalmologia, Dr. André Frutuoso, alerta para os impactos da exposição excessiva à radiação ultravioleta na saúde ocular. De acordo com o especialista, os raios UV podem provocar desde inflamações conhecidas como “queimadura solar ocular” até doenças crônicas, como catarata e pterígio. A orientação inclui o uso de óculos com proteção UV certificada, chapéus ou bonés e maior cautela nos períodos de maior incidência solar. “Medidas simples e preventivas ajudam a preservar a visão ao longo dos anos”, ressalta o oftalmologista.

Trotes 1

Entristece noticiar isso: o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de SC registrou 6.538 ligações indevidas, os chamados trotes, em 2025. A redução foi de 4,6% em relação a 2024, quando foram registradas 6.856 ligações. O número representa 0,7% do total de tais chamados recebidos em 2025, 914.106 ligações para o 192. A macrorregião do Vale do Itajaí é a que possui maior registro de chamados enganosos, seguida da Norte/Nordeste (1.411) e da Grande Florianópolis (907).

Trotes 2

Louve-se que uma das causas para a redução nos trotes é o Projeto EducaSamu, por meio de campanhas de conscientização nas escolas para a mudança de comportamento. A iniciativa surgiu da necessidade de orientar adolescentes e crianças para o uso adequado do 192, já que os profissionais constataram que boa parte dos chamados partiam desta faixa etária.

Visitação controlada

Vários órgãos públicos federais, do Estado e de Florianópolis comemoram um “sucesso histórico”, dizem eles, no controle do fluxo turístico, respeitando o limite de 800 visitantes diário, para a parasidiaca Ilha do Campeche, no sul da Ilha de SC, desde o início deste verão. Durante anos o local foi vítima da superlotação e exploração acintosa no transporte dos visitantes.