Vereador quer bolsa de estudos para curso à distância

Jean Pirola apresentou projeto que modifica a lei que concede bolsas de estudo para os profissionais da rede municipal de ensino

Vereador quer bolsa de estudos para curso à distância

Jean Pirola apresentou projeto que modifica a lei que concede bolsas de estudo para os profissionais da rede municipal de ensino

O vereador Jean Pirola (PP) apresentou projeto que modifica a Lei nº 3.625, de 11 de julho de 2013, que institui o Programa de Bolsas de Estudo para formação de profissionais na rede municipal de ensino.

A proposta visa ampliar a oferta de bolsas de estudo também para os profissionais que cursam Pedagogia nas modalidades semipresencial e à distância, e não apenas para o curso presencial. “O projeto original prevê que a bolsa de estudos da prefeitura seja dada só para o curso de Pedagogia presencial, e com isso, acaba retirando uma forma de algumas universidades participarem do pleito”, diz.

Como exemplo, o vereador cita a Uniasselvi/Assevim que oferece a graduação nos regimes semipresencial e à distância. “O curso da Assevim, por exemplo, é reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). Com isso, abre um leque bem maior, os professores podem fazer esses cursos porque se são reconhecidos pelo MEC não tem porque não escolherem essa modalidade. A modificação na lei é para dar uma amplitude maior e para que todos tenham os mesmos direitos”, ressalta.

Atualmente, a prefeitura oferece 40 bolsas para o curso de Pedagogia, destinadas aos monitores escolares que não possuem a formação na área. De acordo com o vereador, o projeto original, de autoria da prefeitura, foi aprovado para dar início ao incentivo. “Acatamos na Câmara no primeiro ano porque foi um pedido da prefeitura e dá própria secretária de Educação, Gleusa Fischer, para que se estabelecesse o primeiro grupo de estudos de forma presencial.

No ano passado, chegamos a apresentar o projeto, mas retiramos de pauta por um pedido da secretária e deu certo, os professores estão fazendo o curso presencial”, diz.

Para o vereador, a modificação na lei será um incentivo a mais para os profissionais. “Para incentivar a continuidade desse curso também colocamos a possibilidade de semipresencial e à distância até por ser mais barato, e possibilitar que mais professores possam fazer esse curso. Muitos têm filhos, trabalham de dia e estudam à noite, então fica complicado. Com a inclusão dessas modalidades, acabamos incentivando os que não têm condições de fazer o curso presencial”.

O projeto será encaminhado às comissões, e em seguida para votação. “Não vejo receio de não ser aprovado, os próprios vereadores pediram que eu reencaminhasse o projeto. Acredito que a modificação será aprovada”, diz.

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