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José Francisco dos Santos

Mestre e doutor em Filosofia pela PUC/SP, é professor na Faculdade São Luiz e Unifebe, em Brusque e Faculdade Sinergia, em Navegantes/SC e funcionário do TJSC, lotado no Forum de Itajaí/SC.

A violência e a letargia

José Francisco dos Santos

Mestre e doutor em Filosofia pela PUC/SP, é professor na Faculdade São Luiz e Unifebe, em Brusque e Faculdade Sinergia, em Navegantes/SC e funcionário do TJSC, lotado no Forum de Itajaí/SC.

A violência e a letargia

José Francisco dos Santos

Na semana passada assisti a um vídeo em que três professoras tentavam passar batom em um menino, de mais ou menos seis anos de idade. O menino berrava e se recusava, e as professoras tentavam forçá-lo de todos os modos. O caso não é isolado. São frequentes “trabalhos escolares” que pedem para meninos e meninas beijarem na boca coleguinhas de ambos os sexos e escreverem sobre o que sentiram, ou fazerem redações sobre as tais “novas famílias”. Faz tempo que isso já passou do limite do abuso, e precisa ser enfrentado com mais veemência.

Eu não sei que tipo de alucinógeno estão administrando aos professores, a ponto de criar esse nível de letargia mental, que faz com que profissionais da educação se prestem a esse serviço sujo, de serem idiotas úteis em experimentos sociais que querem disseminar o comportamento homossexual em toda a sociedade. Ora, se uma professora ameaçar dar um puxão de orelha num pirralho por mau comportamento, provavelmente será denunciada por violência.

Mas quando se trata dessa violência nojenta que a ideologia de gênero está implantando, tudo está nos conformes. O que está acontecendo conosco? Até quando vamos rebaixar nossa inteligência e nossa dignidade ao nível dessa escumalha que está forçando, de todos os modos, a mudança do nosso comportamento e dos nossos valores?

O MEC (Ministério da Idiotização) está forçando isso, por compromissos com fundações internacionais milionárias, como Ford, Rockefeller e o megaespeculador George Soros (embora os defensores dessa canalhice adorem arrotar discursos contra o capitalismo internacional!). Secretários de educação, diretores de escola e outros gestores se veem mais ou menos forçados a repassarem isso, e muitos professores estão simplesmente fazendo o serviço sujo, por inércia, complacência ou medo de represália.

Mas é na comunidade de pais e professores que deve nascer e se fortalecer a resistência contra esses absurdos. Há muita gente infiltrada nos ambientes escolares para defender essas práticas, mas precisamos congregar aquelas pessoas que ainda mantêm um mínimo de bom senso, professores que estão desconfortáveis ou indignados com essa situação, antes que o tênue pavio de vida inteligente, que ainda fumega na escola brasileira, se apague de vez.

É falsa essa desculpa de violência contra homossexuais. Eles estão por toda parte, saudáveis e garbosos, e enfrentam os mesmos problemas e contratempos que qualquer outra pessoa. Por ano, a violência mata perto de cinquenta mil pessoas no Brasil, sendo menos de 1% homossexuais, e muito menos ainda por essa fantasiosa “homofobia”. Isso é absolutamente irrelevante para justificar que nossos meninos tenham que usar batom ou brincar de boneca. Pelo amor de Deus! Será que esse hospício coletivo já dominou completamente nossa inteligência e nossa fibra?

Se a professora passa batom no meu filho hoje e eu não tenho coragem e determinação suficientes para ir à escola e exigir que parem com essa vagabundagem pedagógica, amanhã vão me convocar para participar de uma apresentação dele, e eu terei que ir de salto alto e minissaia, ou serei tachado de homofóbico. Cada vez que nos calamos e aceitamos, eles avançam uma casa no tabuleiro e nos encurralam. Está mais que na hora de acordarmos. Essa letargia está nos destruindo. Estamos sendo bonzinhos e educados demais com gente desonesta, que está violentando nossas crianças!

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