Alunos e professores da rede municipal participarão de projeto sobre educação financeira

Atividade, que inicia em maio, é parceria entre a administração municipal e a Unifebe

Alunos e professores da rede municipal participarão de projeto sobre educação financeira

Atividade, que inicia em maio, é parceria entre a administração municipal e a Unifebe

Os alunos e os professores da rede municipal de ensino participarão, a partir deste ano, de um projeto de educação financeira desenvolvido pelo governo federal e aplicado pelo Centro Universitário de Brusque (Unifebe). A parceria da prefeitura com a instituição brusquense, formalizada na semana passada, visa orientar educadores e educandos e esclarecer dúvidas sobre temas como o controle das despesas mensais.

O primeiro passo do projeto será a capacitação dos professores das unidades escolares do município. A carga horária será de 38 horas – 28 delas à distância e dez presenciais. As atividades ocorrerão durante os meses de maio e junho e serão acompanhadas pelos acadêmicos dos cursos de Administração, Contabilidade e Gestão da Unifebe.

Segundo o coordenador dos cursos de Gestão, Wagner Dantas, a partir da conclusão da capacitação, os professores poderão repassar as informações aos alunos das quartas e quintas séries e dos anos finais. A ideia é que os educadores desenvolvam estratégias para aplicar os conteúdos em sala de aula.

“Nós queremos que os professores, uma vez que tenham se certificado no curso, repassem as informações e tirem dúvidas de alunos e pais para que eles também absorvam todos os conteúdos e, depois, repassem a outras pessoas também”, explica Dantas.

Ainda de acordo com o coordenador, no início, apenas alguns professores selecionados pela Secretaria de Educação receberão a capacitação. Entretanto, o objetivo é, posteriormente, estender o projeto para todos. Dantas afirma também que, no Brasil, a educação financeira não é tratada como deveria, por isso, é importante que seja repassada aos jovens.

“A educação financeira afeta diretamente a população e a qualidade de vida das famílias. Por isso, é importante. Quando se falam em finanças, as pessoas só pensam em números, mas a ideia é trabalhar a psicologia da educação financeira com tópicos como as compras por impulso e como se controlar em relação a isso”, diz.
Assim como Dantas, o secretário de Educação, Ivanor de Mendonça, também visualiza o projeto como “uma necessidade da população”. Para ele, atividades como essa contribuem para a formação de cidadãos “mais conscientes e conhecedores de seus direitos”.

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