Cerimônia celebra antepassados com hino eucarístico em Botuverá

Evento contou com a execução de Tantum Ergo Sacramentum (Tão Sublime Sacramento)

Cerimônia celebra antepassados com hino eucarístico em Botuverá

Evento contou com a execução de Tantum Ergo Sacramentum (Tão Sublime Sacramento)

A programação de celebração do sesquicentenário da fundação da Colônia Imperial Príncipe Dom Pedro prosseguiu ainda na sexta-feira, 10, em Botuverá. Autoridades da região prestigiaram as celebrações religiosas.

No município majoritariamente de colonização italiana, as comemorações foram breves. Houve uma celebração religiosa às 11h30, na Igreja Matriz São José. A cerimônia contou com o hino eucarístico Tantum Ergo Sacramentum (Tão Sublime Sacramento), composto por São Tomás de Aquino. Entre 11h50 e 12h, foi formada uma rede colaborativa de sete emissoras de rádio que transmitiu ao vivo para os municípios da região.

O coral Giuseppe Verdi entoou o hino eucarístico, o qual foi cantado pelo solista Juliano Mazzola, sob os acordes do maestro Sidinei Ernane Baron. A cerimônia na igreja foi acompanhada pelos prefeitos de Brusque, Jonas Paegle; de Guabiruba, Matias Kohler; de Nova Trento, Gian Voltolini, e, claro, de Botuverá, José Luiz Colombi, o Nene.

Os vice-prefeitos de Brusque, Ari Vequi; e de Botuverá, Alcir Merizio; o secretário da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Brusque, Ewaldo Ristow Filho, e o desembargador Carlos Alberto Civinski também marcaram presença.

Botuverá sediou parte das celebrações porque o município também pertencia à Colônia Imperial Príncipe Dom Pedro, quando ainda se chamava Porto Franco. O prefeito Nene fez as honras da casa, num almoço especial servido no salão de festas da igreja.

“Dentro da igreja, me arrepiei na hora de fazer o agradecimento. Os antepassados merecem ser relembrados, foram eles que começaram a história”.

Para o prefeito de Botuverá, a lição que fica dos eventos festivos é que o poder público deve tomar medidas práticas para preservar a memória e os traços culturais. “Cabe a nós, prefeitos, continuar com essas lembranças e buscar novos projetos, para fazer alguma coisa a mais na cultura. Vamos tentar fazer o registro da língua bergamasca”, afirmou.

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