Projeto quer regularizar situação de moradores de áreas de risco de Botuverá

Prefeitura contratará um geólogo para mapear locais e classificá-los

Projeto quer regularizar situação de moradores de áreas de risco de Botuverá

Prefeitura contratará um geólogo para mapear locais e classificá-los

Em busca de prevenção aos moradores de áreas de risco, a Prefeitura de Botuverá elaborará um projeto no intuito de possibilitar a regularização fundiária de propriedades. A intenção do Executivo é contratar um geólogo para fazer um levantamento de todas as áreas de risco do município e classificá-las.

O prefeito José Luiz Colombi, o Nene, lembra que em 2012 o Ministério da Integração fez um estudo em alguns municípios do estado, inclusive em Botuverá, onde mapeou 12 áreas e classificou em baixo, médio e alto risco.

Após o levantamento foram feitas algumas sugestões de minimização dos riscos. “Com a implantação da Defesa Civil no município, junto com a regional, foram mapeadas outras áreas de risco também”, conta.

Como presidente da Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (Ammvi), Nene revela que está fazendo também um levantamento socioambiental dos 14 municípios que integram a entidade para tratar das construções em Áreas de Preservação Permanente (APP).

“E o que queremos fazer em Botuverá é justamente achar soluções de minimizar os riscos, o que servirá para a regularização fundiária das propriedades, pois hoje temos muitos loteamentos irregulares e os proprietários não conseguem regulamentação por estarem dentro das áreas de risco”.

Nas áreas consideradas de inundação, a sugestão é que sejam construídas casas de dois andares, com garagem embaixo e os demais cômodos em cima.

Projeto de lei
Assim que retornar de férias, o prefeito pretende se reunir com vereadores, para que em parceria, consigam ajudar a população. A intenção ainda é criar um projeto de lei para regularizar a situação.  “A Defesa Civil e Corpo de Bombeiros precisam se organizar e estarem preparados para quando acontecer algum evento de desastre no município”, avalia.

Nene acrescenta que a Ammvi ainda trabalha em conjunto com a Defesa Civil regional e dos 14 municípios da associação para fazer uma padronização dos serviços e da gestão pública.

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