Fundador do Green Valley é encontrado morto em Balneário Camboriú
Corpo foi encontrado pela própria família
O empresário Ricardo Fiuza Flores, figura conhecida da cena de música eletrônica em Santa Catarina, foi encontrado morto na quarta-feira, 26, em seu apartamento na região de Balneário Camboriú.
No Instagram, ele afirmava ter sido um dos sócios-fundadores do Green Valley, inaugurado em Camboriú em 2007 e posteriormente reconhecido internacionalmente como um dos principais espaços do setor.
Segundo familiares, Ricardo deixou de responder mensagens e atender telefonemas desde segunda-feira, 24. A ausência, considerada incomum, levou à verificação do apartamento onde vivia, local em que foi encontrado já sem vida.
As poucas informações sobre o caso foram divulgadas por amigos nas redes sociais. A Polícia Civil agora conduz os procedimentos formais para identificar a causa da morte e avançar na investigação.
Trajetória no entretenimento
Com mais de 20 anos de atuação, Ricardo Flores tornou-se um dos principais nomes da música eletrônica no Litoral catarinense. Nas redes sociais, dizia atuar como investidor e publicitário, além de destacar a ligação com arte e projetos culturais.
Segundo a imprensa local, Flores participou de iniciativas que marcaram a vida noturna da região, como Gastronic, Magic Lagoon, Sonoro, Clube Ibiza, Enjoy, Lounge Green Valley, Hábbitat Praia Brava e o Dream Valley Festival.
Sua volta ao setor após deixar a sociedade do Green Valley ganhou destaque em 2017, especialmente pela atuação no Hábbitat Praia Brava. Ele também contribuiu para a concepção do Dream Valley Festival, que movimentou o calendário eletrônico regional.
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