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O que se sabe sobre o caso do jovem morto após briga iniciada em Brusque

Investigação está sendo realizada pela delegacia de Itajaí

O jornal O Município conversou na tarde desta quarta-feira, 10, com o delegado Roney Péricles Gonçalves Alves, da delegacia de Homicídios de Itajaí, sobre a ocorrência iniciada em Brusque e concluída em Itajaí com a morte de Filipe Cauã Maia Gomes, de 21 anos. A situação foi registrada na manhã do domingo, 7.

Como o óbito ocorreu em Itajaí, o delegado confirmou que todas as informações levantadas pelas equipes de Brusque foram repassadas à delegacia que ele é responsável.

Ainda segundo Roney, as circunstâncias do caso seguem em apuração e que ainda não há conclusões sobre a dinâmica do ocorrido.

O que se sabe até o momento


Segundo a Polícia Militar, a confusão começou por volta das 4h, quando dois grupos entraram em briga dentro de um estabelecimento na rua Florianópolis, no Águas Claras, em Brusque. Cerca de duas horas depois, os mesmos participantes voltaram a se enfrentar, desta vez na rua Vergílio Cadore, em Itajaí.

Durante o segundo confronto, já em Itajaí, Cauã, natural do Pará, foi atingido por golpes de faca e morreu.

“A princípio a confusão se iniciou por conta de um esbarrão no bar. Depois um dos grupos de envolvidos (incluindo o que foi morto) foi até a casa de um envolvido do grupo contrário e tentaram invadir a casa dele. Foi nesse momento que o rapaz que veio a óbito tomou a facada. Como ele invadiu a casa no intuito de agredir o morador, cogita-se a possibilidade de se enquadrar o fato em legítima defesa”, disse a PM.

Outro homem também sofreu ferimento causado por arma branca e foi encaminhado ao hospital, mas não corria risco de vida.

A Polícia Militar informou ainda que vários envolvidos foram abordados e conduzidos à delegacia de Brusque. A vítima tinha passagem policial por tráfico de drogas.

Outras informações


Segundo testemunhas a discussão seguiu até o bairro Campeche, em Itajaí, e terminou somente em frente ao Hospital Azambuja, em Brusque, para onde supostamente uma das vítimas teria sido levada.

Elas relataram que o grupo chegou em um Volkswagen Gol branco, que apresentava o pneu furado e o aro entortado. A suspeita inicial é de que o veículo tenha atingido o meio-fio durante a tentativa de fuga e por isso foi localizado em outra rua do bairro.

A parte traseira estava manchada de sangue e passou por perícia da Polícia Científica.

Equipes da Polícia Militar isolaram a área. As primeiras informações apontam para um possível acerto de contas entre os envolvidos.

Tanto a versão apresentada pela Polícia Militar quanto o relato das testemunhas ainda não foram confirmados pela delegacia responsável pelas investigações.

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