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VÍDEO – “Queriam a cabeça do Toguro”, diz influenciador sobre polêmica com PM em Balneário Camboriú; polícia repudia

Toguro insinuou que sofria preconceito por não ser natural de Balneário Camboriú e disse que homem negro foi algemado

O influenciador Toguro alegou que policiais militares “queriam a cabeça” dele durante ocorrência atendida em sua residência em Balneário Camboriú. Na ocasião, um funcionário do influenciador soltou uma espécie de fogo de artifício pela janela do apartamento. Em nota, a polícia negou as afirmações.

O apartamento fica na orla da Praia Central. Em vídeo, Toguro fez críticas à atuação da polícia e insinuou que sofria preconceito. Ele mostrou uma foto de um homem negro supostamente algemado, o único entre as pessoas que estavam na residência, segundo o influenciador. Ele não negou o erro, mas apontou excesso na atuação policial.

“Eu fui para São Paulo. Nesse intervalo de cinco horas, um dos meus amigos e funcionários soltou um foguetão (sic) aqui. Deu polícia, deu BO, deu notícia. Policiais entraram na minha casa. Uma galera que se diz raiz aqui fala: ‘abriram a porta para os favelados, para os tatuados’. Eles queriam a cabeça do Toguro. Eram oito policiais no meu apartamento”, disse o influenciador.

Em nota, a Polícia Militar de Santa Catarina repudiou “qualquer tentativa de atacar a instituição”, sem mencionar Toguro. A PM negou que há preconceito em procedimentos adotados, e disse que a atuação é orientada pelo dever constitucional.

“Os procedimentos adotados em abordagens e atendimentos não se baseiam em condição racial, social, pessoal ou em situações individuais específicas, mas exclusivamente em critérios operacionais, técnicos e legais, conforme a legislação vigente e os protocolos institucionais”, escreveu a PM.

Confira nota completa da PM


A Polícia Militar de Santa Catarina atua de forma estritamente técnica, legal e profissional em todas as suas ocorrências, pautando suas ações na preservação da ordem pública, na proteção da vida e na segurança coletiva.

Os procedimentos adotados em abordagens e atendimentos não se baseiam em condição racial, social, pessoal ou em situações individuais específicas, mas exclusivamente em critérios operacionais, técnicos e legais, conforme a legislação vigente e os protocolos institucionais.

A Polícia Militar repudia qualquer tentativa de descredibilizar ou atacar a instituição quando suas ações estão devidamente amparadas na lei e nos procedimentos operacionais.

A atuação policial não é seletiva, nem motivada por fatores externos à ocorrência, mas orientada pelo dever constitucional de garantir a segurança da sociedade, mantendo o compromisso com a legalidade, a imparcialidade e o respeito aos direitos fundamentais.

Assista ao vídeo de Toguro


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